Navegando em "Meio ambiente"
out 7, 2013
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Mulher viveu 738 dias na copa de uma árvore para evitar que espécie milenar fosse cortada

Para combater a devastação promovida por uma empresa madeireira, a ambientalista Julia Butterfly Hill enfrentou variações climáticas, 60 metros de altura e precárias condições de vida.

Estamos numa época em que a preservação da natureza é essencial tanto para a vida do planeta Terra quanto à existência da humanidade. Entretanto, o que você está fazendo a respeito disso? Apenas curtindo e compartilhando páginas de campanhas ambientais em redes sociais? Ou comprando produtos com selos ecológicos no mercado? Para Julia Butterfly Hill, isso não é o bastante, pois a moça foi capaz de passar dois anos e oito dias na copa de uma árvore para salvar do desmatamento uma sequoia de 1.000 anos.

Tudo começou em 1997, após um deslizamento de terras que acarretou a ruína das casas próximas da Floresta Headwaters, na cidade de Strafford, na Califórnia (EUA). A tragédia se deu por conta de uma empresa madeireira, cujas atividades causaram a alteração do ecossistema local.

Sensibilizada com a situação de desamparo das pessoas do vilarejo e da degradação do bosque, Julia se aliou a ambientalistas e metalúrgicos locais para impedir a devastação da natureza. À medida que a derrubada de árvores progredia, a garota tomou uma atitude drástica: escalou uma sequoia milenar, de aproximadamente 60 metros de altura, e decidiu que só desceria quando fosse extinta a possibilidade de corte do espécime carinhosamente apelidado de Luna.

É óbvio que a corporação não deixou barato, arrastando o processo por 738 dias. Enquanto isso, a menina, ainda por volta dos 23 anos, enfrentou o tempo e o vento, além de tempestades e outras condições climáticas, para concluir sua missão de salvamento. Embora sozinha, Julia não estava solitária, pois teve o auxílio de uma equipe que lhe forneceu alimento, um fogareiro, uma bolsa hermética (para as necessidades fisiológicas) e uma esponja para se lavar com a chuva.

Apesar dos utensílios domésticos e de camping, a sensação de estar numa casa da árvore passou longe da moça, já que se abrigava (ou equilibrava?) em uma plataforma de somente 3 m², coberta por uma lona. Atualmente, comentários dando à Julia o título de “heroína” circulam pela internet, entretanto: “Sou uma mulher, me machuco. Sou real”, desabafa ela.

Na batalha, os madeireiros tentaram amedrontar Julia com a queima dos vegetais de tronco próximos àLuna, gerando uma fumaça que irritou os olhos e a garganta da moça. Assustada: “Eu chorei, chorei todo dia”, conta. Julia escutou os “gritos” de cada árvore e o baque delas após chegarem ao chão. “Não é só um barulho, é um sentimento. É um clamor que nos invade.”, comenta a ativista.

O passar do tempo fez com que o embate ganhasse o interesse internacional, uma vez que Julia utilizava painéis solares para manter funcionando a bateria de seu celular para dar entrevistas aos jornais e se manter informada. Em conjunto com o esforço da ambientalista, a exposição midiática e a pressão pública fizeram com que a empresa exploradora de madeira assinasse um documento de valor judicial no qual incluía Luna à lista das árvores a serem preservadas.

Ambientalista Julia Butterfly Hill

Fonte: Pensamento Verde

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out 1, 2013
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Companhia suíça desenvolve ônibus elétrico recarregado a laser

O protótipo da ABB não emite CO2, possui articulações, tem capacidade para transportar 135 passageiros, não necessita de fiações suspensas e pode durar até 10 anos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 6 milhões de pessoas morrem por respirar substâncias tóxicas e, conforme o médico especialista em poluição atmosférica e professor da USP, Paulo Saldiva, entre 70% e 90% dos poluentes lançados ao ar são produzidos por veículos. Porém, está em fase de testes um protótipo que pode revolucionar o transporte coletivo e torná-lo sustentável: o ônibus elétrico recarregado a laser.

A companhia ABB, da indústria energética, apresentou no 60º Congresso da Associação Internacional de Transportes Públicos, realizado em Genebra, na Suíça, o projeto piloto denominado Trolleybus Optimisation Système Alimentation (TOSA) 2013, que é reenergizado completamente de 3 a 4 minutos e irá reduzir drasticamente as emissões de gás carbônico.

Articulado e com capacidade para transportar aproximadamente 135 passageiros, o modelo funciona por meio de um dispositivo a laser localizado no teto do automóvel, que faz conexão com os carregadores instalados nos pontos de ônibus. Estima-se que o veículo opere com potência de 400 quilowatts e tenha suas baterias recarregadas em 15 segundos, a partir da terceira ou quarta parada, através do sistema chamado “flash de carga”.

Trolleybus Optimisation Système Alimentation. Foto: facepla

Como benefícios, o produto da ABB não precisa de fiações suspensas espalhadas pelas vias, conta com reabastecimento rápido (o grande impasse dos coletivos elétricos até o momento), promete agilidade ao trânsito, produz menos barulho e pode durar até 10 anos, com a manutenção certa. Porém, o TOSA será movido por energia de hidrelétricas, ou seja, requer controle e estudo para não haver demanda por novas usinas e, consequentemente, alteração de áreas em que predomina a natureza.

Fonte: Pensamento Verde

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set 23, 2013
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Começa em Estocolmo conferência sobre o aquecimento global

Estocolmo – O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC na sigla em inglês) iniciou nesta segunda-feira (23) uma conferência em Estocolmo para apresentar um novo balanço e diagnóstico sobre o aquecimento global.

A organização, que reúne milhares de cientistas, revelará na sexta-feira, após quatro dias de debates, o primeiro volume de um relatório completo sobre as mudanças climáticas, suas consequências e os meios para combater o problema.

Este será o quinto relatório do painel desde sua criação em 1988.

O documento confirmará a responsabilidade do ser humano e a intensificação de alguns eventos extremos, segundo uma versão provisória do texto obtida pela AFP.

“As provas científicas da mudança climática se reforçam a cada ano, deixando poucas incertezas além das graves consequências”, afirmou o presidente do IPCC, Rajendra Pauchi, durante a abertura da conferência em Estocolmo.

Em 2007, o IPCC gerou uma mobilização sem precedentes as respeito do clima, o que rendeu a atribuição do prêmio Nobel da Paz ao lado do ex-vice-presidente americano Al Gore.

Fonte: Info Abril

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set 9, 2013
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A reciclagem do lixo eletrônico

Televisores, celulares, pilhas e baterias são alguns dos tipos de lixo eletrônico que devem ser descartados corretamente, principalmente por conta do seu perigo tóxico.

Todos nós sabemos dos benefícios da reciclagem para meio ambiente e para a economia. Agora tente lembrar quantas vezes você trocou de computador ou de telefone celular nos últimos cinco anos. Onde foram parar esses equipamentos eletrônicos? Mesmo obsoletos esses aparelhos também podem ser reaproveitados ou reciclados.

As rápidas mudanças tecnológicas e o crescimento no consumo mundial de eletrônicos têm causado um efeito perigoso para o meio ambiente, principalmente nas últimas duas décadas, que pudemos observar um aumento significativo da quantidade do chamado lixo eletrônico produzido no mundo. A questão é, o que fazer com tantos equipamentos velhos?

Todos aqueles aparelhos danificados ou velhos demais para serem usados, e que acabavam indo para a lata do lixo junto com outros materiais, agora têm um destino melhor, a reciclagem. O reaproveitamento de materiais pela reciclagem do lixo eletrônico é capaz de dar um novo destino para o plástico utilizado principalmente em carcaças de computadores, monitores e aparelhos de TV, ou para os componentes eletrônicos que podem conter metais, como o cobre e ouro.

A reciclagem do lixo eletrônico é feita por meio da coleta desses materiais, assim como já acontece com pilhas e baterias que têm pontos de coleta espalhados em diversos locais, ou por meio de empresas que reciclam equipamentos eletrônicos. O consumidor também pode solicitar ao fabricante do equipamento, por meio do serviço de atendimento ao consumidor, informações sobre os locais que realizam a reciclagem do lixo eletrônico.

A lista de eletrônicos velhos frequentemente descartados e que podem ir para reciclagem inclui aparelhos de TV, computadores, aparelhos de telefone, monitores, impressoras, pilhas, baterias, entre outros. Todos eles formados por componentes de plástico, metal e placas de componentes eletrônicos que ainda podem ser usados. Esses componentes podem conter mais de 60 substâncias tóxicas e nocivas ao meio ambiente e às pessoas, entre eles arsênico, mercúrio, chumbo, cádmio entre outras. Por isso não podem ser descartados junto com o lixo comum.

No Brasil ainda são poucas as empresas especializadas na reciclagem do lixo eletrônico e a maneira mais fácil de encontrá-las é por meio da internet. Mas, antes de encaminhar qualquer equipamento é preciso verificar se ainda existem condições de uso. Mesmo danificado, alguns equipamentos ainda podem ser aproveitados por ONGs e outras instituições.

Antes de enviar o lixo eletrônico para a reciclagem, mantenha os equipamentos longe de fatores que possam danificá-los, tais como o calor e o excesso de umidade, evitando assim vazamentos químicos e outros danos ao meio ambiente. Nunca desmonte esses equipamentos sem conhecimento.

Fonte: Pensamento Verde

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set 2, 2013
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Brasil deve atingir meta de redução do desmatamento antes de 2020

Rio de Janeiro – O Brasil deve atingir antes do fim do prazo a meta de reduzir em 84% o desmatamento, principal fonte das emissões de gases de efeito estufa no país, disse na última quinta-feira o secretário nacional de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental, Carlos Klink. Sem informar ano exato, ele disse que o país chegará antes de 2020 a um patamar inferior a 4 mil quilômetros desmatados por ano, compromisso estabelecido na Conferência do Clima de Copenhague, em 2009.

“No ano passado, já chegamos a 4,5 mil quilômetros quadrados de desmatamento. Temos que atingir 4 mil e manter, que é muito importante. Mas nossa meta continua sendo a de nos reportarmos às Nações Unidas em 2020″, afirmou Klink, que participou da abertura do 7º Fórum Latino-Americano de Carbono.

De acordo com Klink, a queda do desmatamento corresponde a 60% da redução de emissões brasileiras, que precisam cair entre 36% e 39% até 2020. Para o secretário, o impacto também será global. “Como um estudo que saiu da Rio+20 aponta, vai haver um déficit de emissões em 2020, e nós vamos cobrir metade desse déficit com a nossa redução. O Brasil está dando uma contribuição global e quer ser reconhecido e valorizado por isso.”

Apesar disso, Klink reconhece que em alguns setores vêm ocorrendo aumento de emissões, que já eram previstas. “Alguns setores cresceram suas emissões, mas isso não se compara às emissões reduzidas no desmatamento. Isso não significa que não tenhamos que prestar atenção nisso. A agricultura e energia, principalmente, são os que dão uma subidinha. Por isso, temos planos setoriais específicos para indústria, energia e principalmente agricultura.”

Em um ano em que as usinas termelétricas foram a solução para as condições climáticas desfavoráveis às hidrelétricas e em que usinas a carvão entraram com peso nos leilões de geração de eletricidade para os próximos anos, o secretário não nega que essas são preocupações e diz que é preciso debater a questão da energia com a sociedade. “Pelo lado das emissões, é claro que isso é uma preocupação, mas, se a intenção é manter uma matriz energética diversificada, é um debate que o país tem que fazer. Por um lado, não estamos permitindo a construção de hidrelétricas, e temos que oferecer energia.”

Com redução do desmatamento concentrada principalmente na Amazônia, a secretaria trabalha agora para lançar o monitoramento sistemático do desmatamento no Cerrado. “Estamos financiando com o Fundo da Amazônia outros países da América Latina para que façam o monitoramento com tecnologia nossa. Estamos monitorando o Cerrado, e lá o desmatamento também caiu, mas estamos mais atrasados. A Caatinga também tem preocupado, mas caminha para a redução”, disse, acrescentando que o uso da vegetação como lenha e empreendimentos empresariais são a principal ameaça ao último bioma.

Fonte: Info Abril

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ago 26, 2013
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Jovem cria máquina capaz de limpar todo o plástico dos oceanos em 5 anos

Boyan Slat, 19 anos, é um estudante holandês de engenharia que combinou ambientalismo, criatividade e tecnologia para resolver questões globais de sustentabilidade. Ele trabalhou no desenvolvimento de um dispositivo chamado Ocean Cleanup Array, capaz de limpar os fluxos de plástico nos oceanos, que já acumula mais de 7 milhões de toneladas do material.

Um dos principais obstáculos é que não há fotos dos lugares mais poluídos, dificultando a escolha de onde operar, uma vez que os elementos plásticos estão espalhados por milhões de quilômetros quadrados. A máquina funcionaria como um filtro, recolhendo todo o material flutuante, armazenados em recipientes até ser recolhido para reciclagem em terra. A vida marinha continuaria segura, pois mesmo o lixo recolhido continua em contato com água, na separação eles seriam devolvidos ao mar, num processo de limpeza que levaria 5 anos.

Apesar de ser ainda um protótipo, o jovem já criou a The Ocean Cleanup Foundation, uma organização sem fins lucrativos que é responsável pelo desenvolvimento de suas tecnologias propostas, segundo site, sua invenção ajudaria a salvar centenas de milhares de animais aquáticos e diminuir os poluentes que se integram na cadeia alimentar.

Veja uma apresentação que ele fez no TEDxDelft 2012, onde fala sua incrível invenção: (Ative a legenda em português)

Fonte: Hypeness

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ago 22, 2013
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Lixo Zero: fiscais começam a multar quem suja as ruas do Rio de Janeiro

Em vigor desde o dia 20 de agosto, campanha de conscientização de descarte correto do lixo autua mais de 50 pessoas pelas ruas dos bairros cariocas

Começou na terça-feira (20), a operação Lixo Zero organizada pela prefeitura do Rio de Janeiro, que multará o pedestre que jogar lixo pelas ruas da cidade. No primeiro dia de vigência, a medida aplicada pelos agentes da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana), Polícia Militar e Guarda Civil já autuou 51 pessoas em apenas quatro horas.

Das multas aplicadas, as bitucas de cigarro representaram quase 90% do total. Em segundo lugar, aparecem sujeiras que a Comlurb batizou de “pequenos volumes”, como papel de bala e latas de refrigerante. A multa para quem for visto jogando estes resíduos nas vias públicas varia de R$ 157 a R$ 3 mil.

Infelizmente eu errei, espero servir de exemplo para que as pessoas não joguem mais lixo na rua. Eu só achei que o fiscal foi muito rigoroso, ele nem me deixou falar direito. Pensei até que seria preso”, disse Reginaldo Maurício, carioca que foi multado ao jogar um pedaço de plástico no chão.

O comerciante Cesar Bustamente jogou um palito de fósforo na rua e foi multado na esquina da Avenida Rio Branco com Presidente Vargas. “Eu estava pensando se iria fumar ou não, estava atento para não jogar a bituca no chão, mas acabei jogando o palitinho de fósforo. Isso é o que eu chamo de perder dinheiro fácil”, disse Bustamente à reportagem do portal O Globo.

Para Reginaldo Maurício, multado em R$ 157, as autoridades estão corretas em punir quem joga lixo no chão, porém ele não gostou da maneira como foi abordado por um dos fiscais da Comlurb. Maurício foi autuado ao ser visto jogando um pedaço de plástico no chão.”Infelizmente eu errei, espero servir de exemplo para que as pessoas não joguem mais lixo na rua. Eu só achei que o fiscal foi muito rigoroso, ele nem me deixou falar direito. Pensei até que seria preso”, disse Maurício para a reportagem da Empresa Brasil de Comunicação.

Segundo Vinicius Roriz, presidente da Comlurb – empresa responsável pela limpeza da cidade –, R$ 90 milhões são gastos por mês, ou seja, 15% do orçamento. Com o Programa Lixo Zero a previsão é de que estes gastos diminuam, além de gerar a consciência de descarte correto de resíduos entre a população carioca.

 

Fonte: Pensamento Verde

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ago 19, 2013
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Soltando a criatividade com reciclagem

Tão abundantes quanto os materiais descartados são as ideias para reutilizá-los. Com um pouco de criatividade, objetos ganham novas e inusitadas funcionalidades

Quando o assunto é reciclagem não há limites para a criatividade. Da criação de produtos inovadores e funcionais à confecção de itens puramente decorativos ou artísticos, as opções para reutilização de materiais que teriam como destino o lixo são infinitas. Basta ter disposição e deixar a imaginação solta.

Além de ser uma iniciativa ecologicamente sadia, o reaproveitamento criativo é uma alternativa econômica e sustentável, que pode trazer inúmeros benefícios para quem estiver disposto a praticá-lo.

A reciclagem com criatividade já rendeu boas ideias para muitas empresas. Como é o caso do Cashel Mall, um Shopping Center localizado em Christchurch, Nova Zelândia, totalmente construído com containers reciclados colocados lado a lado. Ou ainda da Agência LOLA, que desenvolveu o conceito das Bicycled, bicicletas criadas a partir de um material encontrado com facilidade em qualquer canto do mundo: sucata de carros.

Confira no vídeo o trabalho da Agência LOLA:

Técnicas simples e criativas também podem ser aplicadas no dia a dia, para dar nova utilidade a objetos que já não são utilizados. Móveis velhos, produtos descartáveis, objetos antigos e quinquilharias se tornam matéria-prima para produtos inovadores e originais.

Fonte: Pensamento Verde

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ago 12, 2013
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A importância do Sistema de Gestão Ambiental nas empresas

Como a redução dos impactos das atividades econômicas empresariais afeta o meio ambiente natural e organizacional?

O Sistema de Gestão Ambiental nas empresas é um processo de administração que tem ênfase na sustentabilidade, ou seja, resolver as questões de caráter ambiental ou prevenir possíveis consequências negativas relacionadas aos processos de produção das empresas.

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) a gestão ambiental é definida como parte do sistema de gestão que compreende a estrutura organizacional, as responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos para aplicação, elaboração, revisão e manutenção da política ambiental empresarial. O objetivo é que o impacto ambiental das atividades econômicas das empresas seja reduzido ao máximo.

A implantação de um Sistema de Gestão Ambiental pode ser feita por qualquer empresa, seja indústria ou prestação de serviço. Inicialmente é feito o mapeamento de todas as atividades realizadas pela empresa para identificar quais são os aspectos e os impactos gerados em cada uma delas que afetam o meio ambiente.

Depois de identificados, são estabelecidos controles e propostas de soluções tecnológicas como forma de minimizar esses impactos ou monitorá-los, com base nas exigências legais de cada ramo de atividade. O estabelecimento destas propostas irá compor a Política Ambiental da empresa, cuja importância da disseminação e divulgação aos clientes internos e externos é altíssima, pois ela norteará os passos seguintes da implantação deste processo.

Com a criação de planos e programas ambientais que acompanharão as atividades econômicas, inicia-se a fase de planejamento do Sistema de Gestão Ambiental nas empresas, ou seja, como construir condições para a realização da Política Ambiental estabelecida pela empresa. Nesse processo é feita a classificação e avaliação dos impactos causados ao meio ambiente pelas atividades e processos produtivos da empresa, além do levantamento dos requisitos legais do âmbito federal, estadual e municipal relacionados a estas atividades. Com isso, a empresa deve definir os objetivos e metas ambientais condizentes com a política adotada, bem como estabelecer quais ações precisam ser tomadas a fim de que tais objetivos e metas sejam alcançadas.

Os resultados que a empresa pode obter ao adotar um Sistema de Gestão Ambiental vão além da sustentabilidade e manutenção da biodiversidade. Ao comprometerem-se com as políticas de respeito ao meio ambiente, as organizações:

• Utilizam os recursos naturais de forma racional, evitando desperdício e reutilizando matéria-prima;

• Diminuem o consumo de água e energia;

• Adotam sistemas de reciclagem que diminuem o descarte inadequado de resíduos;

• Elaboram produtos e reavaliam processos que tenham impacto ambiental reduzido, como menor emissão de gases;

• Investem no treinamento de colaboradores quanto à sustentabilidade – qual a sua importância e como participar.

Com isso a qualidade dos produtos, serviços e processos da empresa aumentam, ela consegue reduzir seus custos com a reutilização de materiais que seriam descartados e economia de matéria-prima, água e energia, além disso a empresa segue conquistando novos clientes e fortalecendo os laços com os consumidores já consolidados. Estas ações são bem vistas pela sociedade, o que resulta em uma imagem melhor no mercado, melhores relações comerciais e maior possibilidade de financiamentos acessíveis devido ao bom histórico ambiental.

Fonte: Pensamento Verde

 



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ago 5, 2013
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Como ensinar sustentabilidade para crianças nas escolas?

Nos centros educativos, professores inserem o conceito de meio ambiente nas disciplinas. Nas ONG´s, a reciclagem e a preservação da natureza são vistas na prática.

A educação ambiental nunca foi tão levada a sério como nos últimos 20 anos. A ONU (Organização das Nações Unidas) e ambientalistas entenderam a importância de disseminar conceitos mais amplos de prevenção do meio ambiente. As ONG´s identificaram a lacuna do diálogo entre o Estado e a educação, preenchendo o espaço com projetos sociais que visam explicar o conceito da preservação da natureza para as crianças utilizando diferentes procedimentos e mostrando vários aspectos.

Estas instituições encararam a proposta de viabilizar meios de aprendizagem deste tema através de políticas específicas, dentre elas, projetos e parcerias com instituições privadas. Segundo pesquisa da ABONG (Associação Brasileira de ONG´s), realizada em 2010, as entidades voltadas à saúde, assistência social e ensino representavam 18,6% das 54,1 mil Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos (Fasfil).

”Cuidar do meio ambiente é cuidar do próprio destino. E a escola é um lugar para favorecer esta educação. Este é o caminho para trabalhar os conceitos de sustentabilidade e formar a consciência ecológica”, Tânia Campos, professora da rede pública de ensino.”

Natália Ruiz, educadora no “Quintal” – projeto organizado dentro da ONG Cáritas –, realiza um trabalho voluntário de educação ambiental desde janeiro deste ano com crianças de 6 a 16 anos, moradoras da favela de Paraisópolis, região sul de São Paulo, onde fica o projeto. Como estudante de geologia da USP, ela consegue aproximar informações sobre o meio ambiente para as crianças através de atividades de construção de minhocário, horta e descarte correto do lixo.

“O mais legal é ver que a criança aprende que pode plantar a alface e comer em casa, fazer seu próprio brinquedo com material reciclado, e ainda aprender técnicas de marcenaria que serão importantes para eles no futuro”, explica a voluntária sobre as atividades do Quintal.

Enquanto isso, na escola pública a pedagoga Tânia Socorro Campos, que leciona matemática, português e geografia há 25 anos, combina tópicos dessas matérias com atividades lúdicas de incentivo à preservação do meio ambiente. Atualmente na Escola Estadual Adelina Aschar, em São Paulo, ela trabalha com crianças de 8 e 9 anos do 3º ano do ensino fundamental, aplicando o conceito de descarte correto do lixo como tema de redação em uma aula de português, por exemplo.

À frente do “Projeto Água”, Tânia Campos desenvolve projetos relacionados à economia de água baseada na própria realidade dos alunos. A pedagoga faz uma pesquisa na sala para saber quanto tempo os alunos e membros da família deles gastam no banho e a partir disso realiza atividades de cálculos matemáticos que ensina à molecada conceitos de porcentagem e sustentabilidade.

A pedagoga ressalta a importância da educação ambiental porque acredita que “cuidar do meio ambiente é cuidar do próprio destino. E a escola é um lugar para favorecer esta educação. Este é o caminho para trabalhar os conceitos de sustentabilidade e formar a consciência ecológica”, explica.

”O mais legal é ver que a criança aprende que pode plantar a alface e comer em casa, fazer seu próprio brinquedo com material reciclado, e ainda aprender técnicas de marcenaria que serão importantes para eles no futuro”, Natália Ruiz, educadora voluntária do Projeto Quintal.”

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, a lei 9795/99 sobre o PNEA (Programa Nacional de Educação Ambiental) obriga todas as escolas municipais e estaduais do país a incluírem a matéria de educação ambiental como disciplina vigente da grade curricular. A partir do decreto, as instituições de ensino entenderam a importância de anexar o assunto entre as demais matérias do ensino fundamental para que os alunos já pudessem tomar consciência das questões que interferem e transformam o meio ambiente.

Fonte: Pensamento Verde

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