Navegando em "Reciclagem"
fev 25, 2014
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Uma das soluções pro lixo: Coleta Seletiva

Leila dos Anjos

O que é coleta seletiva? Essa foi a pergunta que eu fiz para algumas pessoas nesse mês, algumas pensavam que era a coleta normal de lixo em um horário específico, outras falaram que era a separação do lixo depois que ele chega no depósito, e ainda outras falaram que é a divisão do lixo em orgânico e não orgânico, mas na realidade qual é a definição de Coleta Seletiva? De acordo com estudiosos, a Coleta Seletiva é um processo de recolhimento de materiais recicláveis, os quais são separados adequadamente na fonte geradora e assim levado a fase inicial da reciclagem. Sendo que os tipos de coleta seletiva são baseados na coleta Domiciliar – a qual assemelha-se ao procedimento convencional da coleta de lixo, sendo que a única diferença é que há dias e horários específicos em que os veículos coletores passam; na coleta em Postos de Entrega Voluntária – a qual é colocado pequenos depósitos em pontos fixos, no qual os cidadãos depositam os materiais recicláveis; na coleta em Postos de troca – a qual se troca os materiais por algum bem; além dos catadores que recolhem esses materiais e vendem, para contribuir na sua fonte de renda. Assim, percebe-se que essas atitudes são responsáveis para a melhoria do meio ambiente e para a vida sustentável da sociedade.

Além disso, na entrevista ficou claro que para a implantação de um sistema de Coleta Seletiva a educação é prioridade, ou seja, o bom funcionamento da Coleta Seletiva deve ser baseado em um processo de educação ambiental, usando como sustentação a conscientização, dessa forma a sensibilização é alcançada através de uma orientação metodológica e técnica.

É importante frisar que a Coleta Seletiva pode oferecer inúmeras vantagens, entre elas a melhora da limpeza da cidade – gerando uma qualidade de vida à população, a geração de empregos para a população não qualificada e a contribuição para diminuir a poluição do solo, da água e do ar.

E para ficar mais por dentro do assunto, segue algumas dicas:

1. Sacola de palha está na moda – As sacolinhas de plástico fornecidas nos supermercados para carregar as compras demoram 450 anos para se decomporem e ocupam de 15% a 20% do volume de um lixão.

2. Garrafa e caneca a postos – Garrafas de material durável devem ser difundido, para diminuir a produção de copos descartáveis. A dica vale para o ambiente de trabalho também: deixe no escritório uma caneca.

3. Menos papel, mais árvores em pé – Prefira ler textos no computador a imprimi-los. Use o verso de folhas de papel e reutilize envelopes, colocando etiquetas adesivas nos endereços. Relembre os tempos da vovó: adote um coador de pano para preparar o café. Cerca de 20 árvores deixarão de ser cortadas para cada tonelada de papel reutilizado.

4. A era do a granel – Em vez de comprar dois pacotes de 300g de queijo, enfrente a fila e peça 600g a granel. Será uma embalagem plástica a menos. Essa tática pode ser aplicada a frios, salsichas, geléias e muitos outros alimentos.

5. Palmas para o refil – Prefira comprar produtos com refil, que utiliza menos matéria-prima. Assim, você colocará menos quantidade de plástico fora após a segunda compra.

6. O bebê quer pano – Fraldas descartáveis podem ser práticas, mas as de pano são mais amigas do ambiente – Até os dois anos, um bebê utiliza cerca de 8 fraldas por dia. No total, cada criança usa, em média, 5.840 fraldas.

7. Adeus à marmita de alumínio – Quem busca almoço ou janta em restaurante e leva para casa nas famosas marmitas de alumínio, deve comprar os modelos antigos, feitos de plástico durável.

8. Recarregando as energias – Pilhas e baterias recarregáveis têm vida útil muito maior do que as pilhas comuns ou alcalinas.

9. Vidro sim, plástico não – Entre uma embalagem de vidro e outra de plástico, opte pela primeira. Potes de requeijão podem virar copos, e potes de pepino em conserva, embalagens para doces.

10. Nada de papel de propagandas – Evite pegar os papéis distribuídos junto aos semáforos. Um dia, quando ninguém mais pegar, essas propagandas deixarão de ser feitas, e menos lixo deixará de ser produzido.

Cada brasileiro joga fora, em média, por ano: 90 latas de bebida; 107 frascos de vidro; 70 latas de alimento; 45 quilos de plástico, volume de papel equivalente a duas árvores e 10 vezes seu peso em materiais orgânicos.

Colete, recicle, invente, faça sempre algo diferente, para que o lixo diminua do nosso meio ambiente.

Fonte: Gosto de ler

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fev 18, 2014
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Brasil ainda desperdiça potencial de reciclagem

Falta de gerenciamento correto dos resíduos sólidos representa desperdício anual de R$ 8 bilhões

Fonte: www.camara.gov.br

Hoje 98% das latinhas de alumínio usadas no Brasil são recicladas. Mas, no total, apenas 3% do lixo produzido no País é reciclado, segundo dados do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre). Esse é um dos problemas que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10) tenta resolver. A expectativa do Ministério do Meio Ambiente é que essa política ajude o Brasil a alcançar índice de reciclagem de resíduos de 20% em 2015. Segundo cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a falta de gerenciamento correto dos resíduos sólidos representa desperdício anual de cerca de R$ 8 bilhões. Ou seja, se o lixo for reciclado, pode virar emprego e renda. Não cuidar do lixo significa também jogar dinheiro fora, além de problemas ambientais e sociais.

O presidente da Associação Nacional de Órgãos Municipais do Meio Ambiente, o ex-deputado Pedro Wilson, diz que hoje há 1 milhão de catadores de lixo no Brasil. “Esse pessoal se organizou e hoje nós temos um movimento nacional de catadores de materiais de reciclagem, que está ajudando a mobilizar a cidade, para uma coleta seletiva, que é um desafio grande.” A Política de Resíduos Sólidos reconhece o papel dos catadores de material reciclável e prevê que o governo crie programas para melhorar as condições de trabalho e as oportunidades de inclusão social deles. O presidente da Central de Cooperativas de materiais recicláveis do DF, Roney Alves, diz que, em Brasília, essa valorização já está ocorrendo. “O governo federal, aqui no Distrito Federal, cedeu áreas para implementação de centros de triagem, existem linhas de financiamento do BNDES, do Ministério das Cidades, da Fundação Banco do Brasil para fomentar e apoiar cooperativas e associações de catadores no Brasil inteiro”, enumera Alves. Cooperativas A Política de Resíduos Sólidos também prevê que os planos municipais de gestão do lixo incluam as cooperativas e associações de catadores, que podem auxiliar no sistema de coleta seletiva. O problema é que apenas 10% dos 5.565 municípios brasileiros elaboraram esse plano, cumprindo o prazo estabelecido pela lei, que era agosto do ano passado. Segundo Roney Alves, ao contrário do governo federal, as prefeituras não vêm facilitando a vida dos catadores. “O grande problema é quando chega nos município”, lamenta. “A gente tem observado, no Brasil inteiro, que são pouco os municípios que estão contratando cooperativas e associações.

Mesmo com todo esse arcabouço legal, as prefeituras não estão contratando as cooperativas e associação de catadores”, reclama Alves. A cidade de Sertãozinho, na Paraíba, é um dos municípios brasileiros que está promovendo programa de coleta seletiva e de reciclagem, em conjunto com a associação local de catadores. “O que é lixo, na verdade, é dinheiro”, diz a prefeita do município paraibano, Márcia Mousinho. “A gente está fazendo uma parceria para aproveitamento desse material para a confecção de brinquedos.

Nós estamos efetivamente querendo gerar renda”, comemora. Márcia Mousinho lembra que, para ter sucesso, é preciso informar a população e gerar uma mudança de comportamento. “Estamos distribuindo folders, fazendo trabalho de conscientização da população para que separem o lixo reciclado do lixo molhado.” Consumo consciente Além de ajudar a separar o lixo e fazer o descarte de cada produto no lugar correto, o brasileiro pode ajudar com o consumo responsável. O Brasil está consumindo mais, com estímulo do governo, mas também está gerando cada vez mais resíduos. Hoje cada brasileiro produz cerca de 1,5 kg de lixo por dia. O deputado Penna (PV-SP), presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, é um dos defensores do consumo responsável.

“Nós precisamos reduzir o lixo, precisamos que as pessoas entendam que depende muito da sociedade, da ação do indivíduo, sem dispensar naturalmente a ação governamental.” Em parceria com o setor privado, o Ministério do Meio Ambiente lançou, em 2011, um plano para ampliar o consumo sustentável no País. A meta é que, até 2014, a porcentagem de consumidores conscientes dobre de 5% para 10%.

Fonte: Sustentabilidade Sebrae

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fev 3, 2014
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Turma da Mônica ensina reciclagem para crianças

Vídeo de conscientização ecológica mostra para as novas gerações como reutilizar vários tipos de materiais e explica sobre a importância de apoiar a coleta seletiva.

Ao aprender a diferenciar materiais recicláveis como lata, plástico, papel, vidro e elementos orgânicos e a depositá-los nas lixeiras corretas, as crianças cumprirão os termos da Política Nacional de Resíduos Sólidos de maneira mais eficaz, uma vez que terão desenvolvido consciência ambiental. Por isso, a ideia do vídeo infantil é ressaltar o quanto é essencial saber reduzir o consumo de produtos, reciclá-los quando possível e reutilizar diversos tipos de materiais. Assista ao vídeo:

Fonte: Pensamento Verde

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