mai 21, 2012
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Descarte correto de pilhas e baterias usadas

As pilhas e baterias de uso doméstico apresentam um grande perigo quando descartadas incorretamente. Na composição dessas pilhas são encontrados metais pesados como: cádmio, chumbo, mercúrio, que são extremamente perigosos à saúde humana. Dentre os males provocados pela contaminação com metais pesados está o câncer e mutações genéticas.

Só para esclarecer, as pilhas e baterias em funcionamento não oferecem riscos, uma vez que o perigo está contido no interior delas. O problema é quando elas são descartadas e passam por deformações na cápsula que as envolvem: amassam, estouram, e deixam vazar o líquido tóxico de seus interiores. Esse líquido se acumula na natureza, ele representa o lixo não biodegradável, ou seja, não é consumido com o passar dos anos. A contaminação envolve o solo e lençóis freáticos prejudicando a agricultura e a hidrografia.

Justamente por serem biocumulativas é que surgiu a necessidade do descarte correto de pilhas e baterias usadas.

O que não pode ser feito é o descarte desses materiais no lixo comum. Já existem leis que obrigam os fabricantes a receberem de volta pilhas e baterias, e desta forma dar a elas o destino adequado. Seria fundamental que também colocassem advertências na própria embalagem do produto, avisando dos eventuais perigos oferecidos pelo descarte incorreto do material.

O que você consumidor pode fazer? O ideal é separar o lixo tóxico do restante, dessa forma você facilita a coleta e posterior armazenagem em aterros especiais. Mas se optar pelo envio ao fabricante, estará alertando-o de sua preocupação e, quem sabe dessa forma, ele tome consciência de sua responsabilidade como produtor e dê destino correto ao seu produto após o uso.

Fonte: Mundo Educação

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mai 21, 2012
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O que fazer com lâmpadas fluorescentes usadas?

Muitas pessoas não conhecem o risco de jogar no lixo doméstico lâmpadas fluorescentes usadas.

Mas o que fazer para descartá-las de forma ecologicamente correta?

Vejamos algumas instruções:

As lâmpadas fluorescentes contém mercúrio no estado gasoso em seu interior, gás altamente tóxico e perigoso ao aspirá-lo quando a lâmpada se quebra. Esse gás pode ser liberado durante semanas no ambiente, dependendo da temperatura.

O pó contido nas lâmpadas fluorescentes podem provocar sérias alergias na pele e o vapor de mercúrio, se aspirado, contaminará os pulmões. O limite de tolerância para o ser humano é baixo, por isso, qualquer que seja a quantidade de vapor de mercúrio liberado no ar pode contaminar a pessoa e todo o ambiente.

Pessoas que trabalham com lâmpadas fluorescentes devem tomar certos cuidados ao manuseá-las: usar máscaras de carvão ativado, óculos de proteção, avental, luvas e botas plásticas.

Se uma dessas lâmpadas se quebrar, o local deve ser limpo por aspiração, depois deve-se borrifar água sanitária na área e lavar com água corrente imediatamente. Depois é preciso coletar os cacos e colocar em uma embalagem estanque lacrada para não ferir ninguém e para evitar a contínua liberação do mercúrio.

Para descartar as lâmpadas fluorescentes, é precido armazenar em local seco na própria caixa da embalagem original. Respeitar os limites de estocagem indicados nas embalagens. A lâmpada deve ser protegida contra eventuais choques para não haver rupturas. Se não puder guardar as lâmpadas fluorecentes na própria embalagem, utilizar caixas de papelão ou outro recipiente seguro. Continue lendo »

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mai 21, 2012
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Lixeiras coloridas facilitam a coleta seletiva

Lixeiras coloridas facilitam a coleta seletiva, porque com o indicativo de cores fica muito mais fácil identificar a lixeira adequada, por exemplo, dá para guardar que vermelho nas latas da lixeira é plástico.

As lixeiras para a coleta seletiva são coloridas, elas são padronizadas internacionalmente isso facilita sua identificação por qualquer cidadão em qualquer cidade do mundo! (onde haja coleta seletiva – o que infelizmente ainda não ocorre em todo lugar)

Saiba quais são materiais recicláveis e as cores que correspondem nas lixeiras seletivas:

Azul – Papel/papelão
Vermelho – Plástico
Verde – Vidro
Amarelo – Metal
Preto – Madeira
Laranja – Resíduos perigosos
Branco – Resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde
Roxo – Resíduos radioativos
Marrom – Resíduos orgânicos
Cinza – Resíduo geral não reciclável contaminado, ou contaminado não passível de separação

Não confunda mais as cores, mande seu lixo para a lixeira certa!

Fonte: Ecologia Online

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mai 21, 2012
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O que é coleta seletiva, reciclagem e minimização de resíduos

Coleta seletiva

É separar o lixo para que seja enviado para reciclagem. Significa não misturar materiais recicláveis com o restante do lixo. Ela pode ser feita por um cidadão sozinho ou organizada em comunidades : condomínios, empresas, escolas, clubes, cidades, etc.

Reciclagem

É a atividade de transformar materiais já usados em novos produtos que podem ser comercializados. Exemplo : papéis velhos retornam às indústrias e são transformados em novas folhas.

Minimização de resíduos

Chamamos de 3 Rs : primeiro Reduzir o lixo evitando o desperdício, depois Reaproveitar tudo o que for possível antes de jogar fora e só então enviar para Reciclar.

Razões para reciclar :

CONTRIBUIÇÃO PARA A NATUREZA :

- 50 kg de papel velho = uma árvore poupada
- 1.000 Kg de papel reciclado= 20 árvores poupadas Continue lendo »

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mai 21, 2012
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Até 2014 coleta seletiva estará implantada em todo Brasil

Em quatro anos, no dia 3 de agosto de 2014, o Brasil estará livre dos lixões a céu aberto, presentes em quase todos os municípios brasileiros. Isso é o que define o artigo nº 54 da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), recentemente regulamentada por Decreto Presidencial, em 23 de dezembro de 2010. Também ficará proibido, a partir de 2014, colocar em aterros sanitários qualquer tipo de resíduo que seja passível de reciclagem ou reutilização.

Isso significa que os municípios brasileiros, para se adequar a nova legislação, terão que criar leis municipais para a implantação da coleta seletiva.

Uma outra data definida na regulamentação da PNRS é quanto à elaboração do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Pela regulamentação, a União, por meio do Ministério do Meio Ambiente, tem 180 dias de prazo, a contar da publicação do Decreto, para elaborar a proposta preliminar do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, com vigência por prazo indeterminado e horizonte de 20 anos, devendo ser atualizado a cada quatro. A proposta do plano será submetida à consulta pública, pelo prazo mínimo de 60 dias.

Em sua versão preliminar, o Plano de Resíduos Sólidos vai definir metas, programas e ações para todos os resíduos sólidos. Para sua construção, a ser coordenada por um comitê interministerial, será utilizada a experiência e estudos sobre resíduos sólidos já acumulados em 18 estados da Federação.

O Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos, será coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e composto por nove ministérios mais a Casa Civil e a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República. Continue lendo »

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mai 21, 2012
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Coleta Seletiva – Planejamento

A coleta seletiva é uma alternativa ecologicamente correta que desvia, do destino em aterros sanitários ou lixões, resíduos sólidos que poderiam ser reciclados.

Com isso alguns objetivos importantes são alcançados: a vida útil dos aterros sanitários é prolongada e o meio ambiente é menos contaminado.

Além disso, o uso de matéria prima reciclável diminui a extração dos nossos tesouros naturais.

Uma lata velha que se transforma em uma lata nova é muito melhor que uma lata a mais. E de lata em lata o planeta vai virando um lixão…

No Brasil existe coleta seletiva em cerca de 135 cidades, de acordo com o professor Sabetai Calderoni (autor do livro Os Bilhões Perdidos no lixo Ed. Humanitas). Na maior parte dos casos a coleta é realizada pelos Catadores organizados em cooperativas ou associações.

Sistemas de coleta seletiva podem ser implantados em uma escola, uma empresa ou um bairro.

Não há uma fórmula universal. Cada lugar tem uma realidade e precisamos inicialmente de um diagnóstico local: Tem cooperativas de catadores na minha cidade? O material separado na fonte e doado vai beneficiar um programa social? Vamos receber relatórios mensais dos pesos destinados? Qual é o tipo, volume e frequência de lixo gerado? O que é feito atualmente? A cooperativa poderá fazer a coleta no local? Pra que separar em quatro cores se a coleta será feita pelo mesmo veículo? Como podemos envolver as pessoas? Jornalzinho? Mural? Palestras? Continue lendo »

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mai 21, 2012
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Coleta seletiva chega a apenas 18% dos municípios brasileiros, diz Ipea

Da Agência Brasil

Dois anos depois da aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), em 2010, a coleta seletiva de lixo, prevista na lei, estava presente apenas em 18% dos municípios brasileiros. E, nas cidades onde a coleta seletiva já estava implementada, a quantidade de material recuperado nesses programas ainda era pequena quando comparado com o total coletado.

Segundo o levantamento Plano Nacional de Resíduos Sólidos: Diagnóstico dos Resíduos Urbanos, Agrosilvopastoris e a Questão dos Catadores, divulgado em 25/04/2012, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a coleta seletiva aumentou 120% nas 994 cidades que mantinham esse programa entre 2000 e 2008.

Apesar do incremento das ações, o estudo mostra que, no caso dos metais, por exemplo, das 9,8 milhões de toneladas de resíduos reciclados em um ano, apenas 0,7% foi recuperado pela coleta seletiva. Na reciclagem de 3,8 milhões toneladas de papel e papelão, a coleta seletiva respondeu por 7,5% e, no caso do plástico (962 mil toneladas/ano) e vidro (489 mil toneladas/ano), a recuperação dos materiais a partir da coleta seletiva foi pouco maior que 10%.

De acordo com o Ipea, os números indicam que “a reciclagem no país ainda é mantida pela reciclagem pré-consumo e pela coleta pós-consumo informal”. Continue lendo »

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