jul 16, 2013
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Qual é o processo de reciclagem do metal?

A reciclagem deste material é extremamente importante, já que aproximadamente 65% do ferro e 30% do aço que a indústria utiliza vêm da reciclagem

O metal é um produto muito utilizado em nosso dia a dia. Podemos encontra-lo em embalagens, fios, panelas, talheres, latas e diversos outros itens. Metais são elementos de grande durabilidade e caso sejam descartados na natureza, o tempo de decomposição do produto pode chegar a até 500 anos.

Quanto à sua composição, os metais são divididos em dois grupos: os ferrosos, (ferro e aço) e os não-ferrosos (alumínio, cobre e suas ligas que são latão e bronze, chumbo, níquel e zinco). Existe maior interesse na reciclagem de metais não-ferrosos, devido ao valor de uso da sucata, mesmo assim é alta também a procura pela sucata de ferro e aço.

Destacam-se como metais recicláveis: latas de alumínio, latas de aço, tampas, ferragens, canos, esquadrias e molduras de quadros. Já os não recicláveis são: clipes, grampos, esponjas de aço, latas de tintas, latas de combustível e pilhas.

Há uma grande vantagem na reciclagem de metais: nas fases normais de redução do minério em metal há um grande consumo de energia, e para esse processo é necessário um transporte de alto volume de minério e instalações caras, destinadas à produção em grande escala. Com a reciclagem, este processo é barateado.

Como é feita a reciclagem?

• A empresa que realizará a reciclagem recebe o material por meio de catadores ou por outras empresas de coleta;

• Já na fábrica, é feita a separação do metal que chega todo misturado;

• O material já separado é derretido e transformado em novos produtos;

Especialistas dizem que são quatro os principais metais que podem ser reciclados: alumínio, ferro, aço e cobre. No Brasil, ressalta-se que quanto ao alumínio, o que mais se aproveita são latinhas, 98% delas são recicladas. Aproximadamente 65% do ferro que a indústria utiliza vêm da reciclagem, quanto ao aço esta porcentagem cai para 30%.

Fonte: Pensamento Verde

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jul 8, 2013
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Lixeiras ecológicas, doadas pela Sabesp, são instaladas em Itatiba

Quinze lixeiras ecológicas foram instaladas em Itatiba. Os equipamentos foram doados pela Sabesp e integram o Projeto Gaia de educação ambiental.
Até o final desse ano as outras 45 lixeiras serão instaladas em locais estratégicos pela cidade atendendo à uma demanda da população.

Ligada às questões ambientais, a Sabesp contratou empresa especializada na produção de objetos a partir da reciclagem de tubos de creme dental. As lixeiras ecológicas são 100% recicladas, elaboradas com 75% de plástico e 25% de alumínio. Os objetos são muito resistentes, impermeáveis e anti-chamas.
Questões envolvendo o meio ambiente são temas bastante discutidos nos dias de hoje e refletem a preocupação da população na preservação. Atitudes como jogar o lixo em compartimentos específicos é o que diferencia um cidadão consciente dos demais.

Ao jogar o lixo na rua, parcela da população não tem ideia dos transtornos que terá. Os objetos vão parar diretamente nos rios, por meio das galerias de águas pluviais, podem entupir os bueiros durante as chuvas, causando enchentes.

Outro problema abordado pelo projeto Gaia é o lixo despejado no vaso sanitário. Todos os meses chegam à Estação de Tratamento de Esgotos de Itatiba cerca de 300 toneladas de lixo, o que prejudica muito o processo de tratamento dos efluentes.

Fonte: Sabesp

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jul 3, 2013
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Prefeitura de Itatiba recebeu lixeiras ecológicas em lançamento de projeto ambiental

A manhã deste Dia da Água, 22 de março, foi comemorada em Itatiba com o lançamento de um projeto ambiental idealizado pela Sabesp e que rendeu a Prefeitura de Itatiba a doação de 60 lixeiras ecológicas que serão instaladas pela cidade, além de mais educação ambiental para os alunos da rede municipal de ensino. Nesta quinta-feira representantes da Sabesp e das entidades parceiras no projeto foram recebidos pelo Prefeito João Fattori, no Paço Municipal, para a entrega das lixeiras que fazem parte do projeto Gaia. “A parceria entre o poder público e as instituições privadas e não governamentais é de fundamental importância para a construção de um município melhor. A preocupação ambiental deve estar no dia a dia de todos e assim estaremos garantindo a qualidade de vida de toda uma população”, afirmou o Prefeito João Fattori.

O Prefeito João Fattori falou da importância de reunir poder público, empresas e entidades na busca de uma cidade melhor.

O projeto Gaia foi idealizado pela Sabesp em parceira com a Casa da Cultura de Itatiba e com a Ong Jappa e tem como objetivo estimular a consciência da população na hora de descartar o lixo, evitando joga-lo nas vias públicas. “Agradecemos a Prefeitura pelo apoio e receptividade ao Projeto que tem o objetivo de, por meio de diferentes ações, levar consciência ambiental ao itatibense”, destacou Wilson Stocco, gerente divisional da Sabesp.

Além da doação das lixeiras, Stocco explicou que o projeto têm três etapas centrais. A primeira delas envolve a apresentação de um peça teatral que destaca o papel de preservação que cada indivíduo tem a cerca de 6 mil alunos da rede municipal. A segunda etapa, por sua vez, envolve a atuação da Ong Jappa com palestras sobre os rios do município. A exibição das peças acontecerá de abril à junho. A entrega das lixeiras ecológicas, feitas a base de embalagens de creme dental, à Prefeitura engloba a terceira etapa do Projeto.

Com as palestras, a Ong pretende disseminar a consciência entre os alunos e seus familiares. “Crianças são seres multiplicadores e esse é um dos motivos pelos quais eles são a prioridade deste projeto. Tudo que façamos ainda será pouco para e a grande atuação é a individual”, afirmou o Edson Guide, um dos responsáveis pela Jappa.

Flavio Patutta, diretor da Casa da Cultura de Itatiba, esteve presente e falou da importância de todos os parceiros para tornar o projeto abrangente e eficaz. “A união de todos foi muito importante para que o Projeto pudesse ser pensado e estruturado”, afirmou.

Fonte: Prefeitura do Município de Itatiba

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jun 24, 2013
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Noruega importa lixo para produzir energia

Oslo é uma cidade que importa lixo. Parte vem da Inglaterra, parte vem da Irlanda e parte vem da vizinha Suécia. Ela inclusive tem planos para o mercado americano.

“Eu gostaria de receber alguma coisa dos Estados Unidos”, disse Pal Mikkelsen em seu escritório, numa enorme usina na periferia da cidade, onde o lixo é transformado em calor e em eletricidade. “O transporte marítimo é barato.”

Oslo, onde metade da cidade e a maioria das escolas são aquecidas pela queima do lixo -lixo doméstico, resíduos industriais e até resíduos tóxicos e perigosos de hospitais e apreensões de drogas-, tem um problema: o lixo para queimar se esgotou.

O problema não é exclusivo de Oslo. Em toda a Europa setentrional, onde a prática de queimar lixo para gerar calor e eletricidade disparou nas últimas décadas, a demanda por lixo é muito superior à oferta.

A meticulosa população do norte europeu produz apenas cerca de 136 milhões de toneladas de resíduos por ano, muito pouco para abastecer usinas incineradoras capazes de consumir mais de 635 milhões de toneladas.

“Mas os suecos continuam a construir [mais usinas], assim como a Áustria e a Alemanha”, disse Mikkelsen, 50, engenheiro mecânico que há um ano é o diretor-gerente da agência municipal encarregada da transformação de resíduos em energia.

De navio e de caminhão, incontáveis toneladas de lixo viajam de regiões onde há excesso de resíduos para outras que têm capacidade para queimá-las e transformá-las em energia. A maioria das pessoas no país aprova a ideia.

Os ingleses também gostam. A empresa de Yorkshire que lida com a coleta de lixo no norte da Inglaterra atualmente embarca até 907 toneladas de lixo por mês para os países do norte da

Europa, incluindo a Noruega, de acordo com Donna Cox, assessora de imprensa da prefeitura de Leeds. Um imposto britânico sobre os aterros sanitários faz com que seja mais barato enviar o lixo para lugares como Oslo.

Para alguns, pode parecer bizarro que Oslo recorra à importação de lixo para produzir energia. A Noruega está entre os dez maiores exportadores mundiais de petróleo e gás e tem abundantes reservas de carvão e uma rede de mais de 1.100 usinas hidrelétricas em suas montanhas, ricas em água.

Mikkelsen, no entanto,disse que a queima do lixo é “um jogo de energia renovável para reduzir o uso de combustíveis fósseis”.

Já Lars Haltbrekken, presidente da mais antiga entidade ambientalista da Noruega, afirmou que, do ponto de vista ambiental, a tendência de transformar resíduos em energia constitui um grande problema, por gerar pressão pela produção de mais lixo.

Numa hierarquia de objetivos ambientais, disse Haltbrekken, a redução da produção de resíduos deveria estar em primeiro lugar, ao passo que a geração de energia a partir do lixo deveria estar no final. “O problema é que a nossa prioridade mais baixa conflita com a mais alta”, disse ele.

Em Oslo, as famílias separam seu lixo, colocando os restos de comida em sacos plásticos verdes, os plásticos em sacos azuis e os vidros em outro lugar. Os sacos são distribuídos gratuitamente em mercearias e outras lojas.

Mikkelsen comanda duas usinas. A maior delas usa sensores computadorizados para separar os sacos de lixo codificados por cor.

A separação do lixo orgânico, incluindo os restos de comida, passou a permitir que Oslo produza biogás, o qual já abastece alguns ônibus no centro da cidade.

Outras áreas da Europa estão produzindo grande quantidade de lixo, incluindo o sul da Itália, onde lugares como Nápoles pagaram a cidades da Alemanha e da Holanda para que aceitem seus resíduos, ajudando a neutralizar uma crise napolitana na coleta do lixo. No entanto, embora Oslo tenha cogitado receber o lixo italiano, a cidade preferiu continuar com o inglês, considerado mais limpo e seguro. “É uma questão delicada”, diz Mikkelsen

Fonte: Ambiente Brasil

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jun 17, 2013
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Ministério promove debate no Dia Mundial de Combate à Desertificação

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) comemorou nesta segunda-feira o Dia Mundial de Combate à Desertificação, com um evento para debater políticas de combate ao problema, além da mitigação de efeitos da seca e a convivência com a semiaridez. Com o tema Convivência com a Semiaridez: Seca e Água, os debates terminam amanhã.

Para o secretário executivo do MMA, Francisco Gaetani, a agenda da desertificação é de cuidados e de preservação. “É uma agenda que depende do conhecimento científico, ecológico e tecnológico. Grande parte das causas da desertificação é por parte da ação do homem, uma ação predatória, que não valoriza os nossos principais ativos.”

A abertura do evento contou com o lançamento do livro Apoio a Iniciativas Locais de Combate à Desertificação, pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (Iica). Para Stelliany Symlon, consultora técnica do Iica em recursos naturais e adaptação às mudanças climáticas, o livro “é um compilado de projetos que preveem o combate à desertificação com 22 iniciativas e ações financiadas pela Agência Alemã de Cooperação Técnica (GIZ) e pelo MMA”.

Para comemorar o dia, além dos debates da 3ª Reunião Extraordinária da Comissão Nacional de Combate à Desertificação (CNCD), foi montada uma exposição com fotos, produtos artesanais e alimentos (doces e queijos), produzidos em locais de convivência com a semiaridez. A exposição está no auditório do Ministério do Meio Ambiente (na SEPN 505 Norte), em Brasília.

Fonte: Terra

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jun 10, 2013
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Sem serviço de plantio, SP vai doar 200 mil mudas

Sem contrato em vigor para fazer o plantio de árvores na capital, a gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) anunciou nesta quarta-feira, Dia Mundial do Meio Ambiente, que vai distribuir 200 mil mudas à população. Os acordos com empresas especializadas não foram renovados e, desde abril, o serviço depende exclusivamente das equipes de zeladoria espalhadas pelas subprefeituras. São 70 no total, que têm ainda de cuidar de todas as praças e de todos os canteiros da cidade, além de realizar o serviço de poda.

Segundo a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, a gestão está “repensando diretrizes para o programa de arborização” e ainda decidirá se vai ou não firmar novos contratos para a retomada do plantio terceirizado. De janeiro a maio deste ano, foram plantadas cerca de 8 mil mudas na capital – sendo 2,7 mil sob o comando das subprefeituras (34%).

A gestão Gilberto Kassab (PSD) afirmava ter plantado, nos últimos quatro anos, um total de 800 mil mudas. Esse número inclui também o replantio de árvores cortadas durante a realização de obras públicas ou mesmo privadas.

Com a queda no plantio, o estoque de mudas da cidade está lotado. As espécies ficam armazenadas no Viveiro Manequinho Lopes, no Parque do Ibirapuera, zona sul. Segundos funcionários ouvidos pela reportagem, já não há espaço para receber doações ou mesmo armazenar o que é produzido pela Prefeitura – por ano, são cerca de 90 mil novas mudas.

O secretário do Verde e do Meio Ambiente, Ricardo Teixeira (PV), disse ontem que a distribuição será feita a partir de segunda-feira nos parques municipais, mas não explicou se a população será orientada a respeito do plantio correto. “Precisamos que cada cidadão se aproxime do meio ambiente. Para isso, essa grande ação de estar doando 200 mil mudas. Se população assim entender haverá mais”, disse Teixeira.

Atualmente, os viveiros da capital já distribuem tanto mudas de árvores como de plantas – a lista inclui exemplares medicinais ou até decorativos. Juntos, os Viveiros Manequinho Lopes e Arthur Etzel, que fica no Parque do Carmo, na zona leste, produzem juntos cerca de 1,5 milhão de mudas por ano. O interessado apenas precisa comprovar que mora na cidade para ter direito a levar até cinco exemplares.

Explicação

O fim dos contratos, na análise de representantes da Comissão de Política Urbana e Meio Ambiente da Câmara Municipal, vai prejudicar serviços paralelos, como a poda e a manutenção das árvores plantadas nos últimos anos. “Essa gestão quer acabar com o programa de plantio existente na cidade, quando ele deveria ser ampliado. A comissão vai convocar o secretário (Ricardo Teixeira) a se explicar na Casa”, disse o vereador Floriano Pesaro, líder do PSDB.

Representantes da oposição ainda criticam o que classificam como falta de interesse político do atual governo em promover ações voltadas à proteção ambiental. No plano de metas apresentado por Haddad em março não constam novos parques nem metas específicas para o plantio de árvores.

 

Fonte: Estadão

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jun 3, 2013
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Conheça o avião movido à energia solar que já é realidade

Todos os dias surgem novas formas de aproveitar as energias renováveis, de forma sustentável. Esta pretende até bater um recorde mundial: o Solar Impulse HB SIA é um avião que se move a partir do uso de energia solar. São 11628 painéis fotovoltaicos que coletam energia, numa missão “Across America”.

O objetivo é atravessar os EUA e a primeira etapa está concluída: o avião foi de San Francisco a Phoenix. Ficam assim faltando quatro viagens até pousar em Nova York e bater o recorde mundial. Esta aeronave até já tinha conseguido outras proezas, como um voo intercontinental, entre Espanha e Marrocos (pode ver os melhores momentos no vídeo abaixo).

Com motores de 10 cavalos e desenvolvido por uma enorme equipe americana, o Solar Impulse é pilotado por Bertrand Piccard.

 

Fonte: Hypeness

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mai 29, 2013
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Reciclagem poderia gerar R$ 8 bi por ano no Brasil

Hoje, economia obtida varia entre de R$ 1,3 bilhão a R$ 3 bilhões anuais

Atualmente, o Brasil perde cerca de R$ 8 bilhões, anualmente, por deixar de reciclar os resíduos que são encaminhados aos aterros ou lixões, de acordo com estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Além do fator econômico, isso gera desperdício de recursos naturais, o que é prejudicial para o meio ambiente.

Para ajudar a diminuir esse prejuízo, o Festieco 2013 e IV Fimab buscarão realizar palestras e exposições que conscientizem a população. A empresa Metagreen, por exemplo, é uma das principais atrações nesse aspecto. Ela produz lixeiras para coleta seletiva, além de coletores de óleo vegetal e de pilhas e baterias.Com o slogan “a marca da sustentabilidade”, ela surgiu mediante a necessidade da criação de produtos ecologicamente corretos para coleta e armazenamento de resíduos em geral.

A matéria prima que utilizam é proveniente de tubos de creme dental, sendo sua composição 75% plástico e 25% alumínio. Além disso, não propaga chamas, é impermeável e também resistente ao sol e a chuvas, o que permite que elas tenham maior resistência. Essas características evitam que as lixeiras precisem ser substituídas após pouco tempo de utilização.

Para chegar a esse resultado, a Metagreen realizou várias pesquisas. O objetivo de participar do Festieco é, justamente, mostrar a importância de investir na reciclagem.

Fonte: Fetiesco

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mai 28, 2013
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Fairphone, celular ‘ecologicamente correto’, é um top biosustentável

O Fairphone é um aparelho que pretende trazer a bandeira do “ecologicamente correto” ao mundo dos smartphones. O projeto, que pretende criar um celular sem impactar o planeta, já entrou na fase de pré-vendas para iniciar o processo de fabricação. Aparelho virá equipado com Android 4.2.2 (Jelly Bean).

O preço estimado do Fairphone é de 325 euros (cerca de R$ 850). O aparelho possui tela de 4,3 polegadas, com resolução de 960 x 530 pixels, processador MTK6589 quad-core de 1,2 GHz, 1 GB de memória RAM e 16 de armazenamento interno, expansíveis via microSD. O smartphone ecológico terá ainda câmera traseira de oito megapixels e frontal com 1,3 MP.

A empresa garante que o Fairphone será construído de acordo com uma série de princípios, como usar apenas fornecedores que tenham boas condições de trabalho para seus empregados, práticas de reciclagem e sem incluir minerais cuja renda possa servir para financiar conflitos ao redor do mundo. Os acordos com os produtores serão também o mais transparentes possíveis.

A pré-venda do Fairphone já começou na Europa e a empresa precisa de pelo menos cinco mil unidades para começar a produção. O dinheiro arrecadado com o smartphone será usado em projetos de reciclagem, com o objetivo de criar telefones feitos apenas com materiais reciclados.

Confira o vídeo de apresentação do projeto:

 

Fonte: TechTudo

 

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