mai 27, 2013
Metagreen

Conheça o lápis sustentável que pode ser plantado quando acabar para render frutos

Você com certeza nunca conseguiu usar um lápis até o fim, não é mesmo? Mas, com o Sprout é possível usá-lo até acabar e ainda dar uma finalidade sustentável a ele. Dentro desse lápis existem sementes vegetais escondidas. Depois de escrever muito, é só colocar na terra, regar e esperar a plantinha crescer. O pacote com oito lápis e sementes diferentes sai por US$ 25.

E aí, gostou da ideia?

Fonte: Gloss

Gostou? Compartilhe:
mai 20, 2013
Metagreen

Saiba o que fazer com o lixo doméstico

O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.

Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.

Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a “Regra dos Três Erres” preconizada pelos ambientalistas.

A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.

TEMPO DE DECOMPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS

Caso não haja coleta seletiva em seu bairro ou condomínio, procure as cooperativas de catadores e os Postos de Entrega Voluntária (PEVs).

O Grupo Pão de Açúcar também possui pontos de coleta nos supermercados em todo o país. A iniciativa está sendo ampliada para outras bandeiras do grupo, como a rede Extra.

COLETA SELETIVA: VEJA ABAIXO QUAIS RESÍDUOS PODEM SER RECICLADOS

 

Fonte: Uol Ciência

Gostou? Compartilhe:
mai 17, 2013
Metagreen

Gargalos impedem avanço da reciclagem

Empresas estão com até 30% de capacidade ociosa

A coleta seletiva ainda enfrenta gargalos para se tornar abrangente no país, como determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que entrará em vigor na segunda metade do ano que vem. A avaliação foi feita por André Vilhena, diretor do Compromisso Empresarial pela Reciclagem (Cempre), fórum que reúne 38 grandes empresas nacionais e multinacionais desde a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio 92.

Vilhena destaca que um dos entraves para o avanço da coleta seletiva no Brasil é a falta de qualificação dos gestores locais responsáveis por elaborar os planos municipais de resíduos sólidos: “O envolvimento das prefeituras é o ponto de partida. Temos hoje poucos municípios fazendo a coleta seletiva e, principalmente, fazendo a coleta seletiva de forma abrangente. Para mudar isso, os gestores públicos necessitam de treinamento para que possam efetivamente implantar os programas em seus municípios”.

A falta de capacitação é mais grave no interior, mas também está longe do ideal nas grandes cidades: “Vamos pegar os exemplos das maiores cidades do Brasil: os programas tanto de São Paulo quanto do Rio de Janeiro são muito pouco abrangentes, precisam passar por uma reformulação e ampliação significativas. Sem dúvida alguma, no curto espaço de tempo, precisamos melhorar muito os programas de coleta seletiva nas cidades brasileiras, especialmente nas maiores”.

Com programas de coleta seletiva pouco organizados, a indústria recicladora padece de pouca oferta de matéria-prima e, segundo estimativas do Cempre, funciona, em média, com capacidade ociosa entre 20% e 30%. Levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2010 já mostrava que o Brasil deixava de movimentar R$ 8 bilhões anualmente por não aproveitar o potencial do setor. De acordo com o Cempre, apenas 14% das cidades brasileiras têm coleta seletiva, sendo 86% delas no Sudeste.

Outro entrave para a reciclagem no Brasil, segundo Vilhena, é o peso tributário sobre o setor, que se beneficiaria de mudanças na cobrança de impostos: “De cara, deveria ser dispensado o recolhimento do ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] na venda de sucatas e materiais recicláveis, além de produtos com 100% de material reciclado. Poderia ser feita, a partir disso, uma redução gradativa do imposto conforme o percentual de material reciclado na composição”, defende ele, que acredita haver bitributação no caso do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI): “em alguns setores, o produto já teve a cobrança do IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados]. quando foi descartado, e tem o desconto de novo durante a reciclagem”.

Edson Freitas, da organização não governamental EccoVida, concorda com as duas análises: “muita gente prefere a informalidade por causa dos impostos. Pago uns 30% de imposto sobre minhas garrafas e ainda tenho que pagar para destinar o lixo não aproveitável. Um dos projetos que desenvolvo, de produção de telhas a partir de PET [politereftalato de etileno, utilizado na fabricação de embalagens e outros produtos], eu trouxe de Manaus, porque lá não era viável por falta de plástico selecionado”.

Em seu galpão, o presidente da ONG conta que processa mil toneladas de material reciclado por mês, mas a falta de oferta o impede de vender o dobro disso de matéria-prima para fábricas como a Companhia de Bebidas das Américas (Ambev), que usa suas PETs na produção de garrafas 100% recicladas, que corresponderam a 28% da produção em 2012 e devem chegar a 40% em 2013. No ano passado, a companhia reutilizou 60 milhões de PETs na produção, número que deve saltar para 130 milhões neste ano, com a autorização da Anvisa para o uso de material reciclável em mais três fábricas da empresa, somando seis homologadas.

A produção de PET a partir de material reciclável economiza 70% de energia e reduz em 70% a emissão de gás carbônico na atmosfera. Além das PETs, a Ambev também produz, em sua fábrica de vidro, sete em cada dez garrafas desse material inteiramente com cacos reciclados, sendo 88% deles provenientes da própria cervejaria e 12% de cooperativas.

O problema da falta de material de que Freitas se queixa, no entanto, não é causado só pela escassez de planos municipais. Para Vilhena, é preciso maior envolvimento da população: “Temos que melhorar o engajamento do cidadão brasileiro nos programas de coleta seletiva, que ainda estão aquém do desejado”.

Edson Freitas destaca que é preciso uma mudança de pensamento em relação aos materiais recicláveis: “nem chamo de lixo uma PET ou uma embalagem de papelão, porque não são lixo. Têm o mesmo valor que tinham quando o produto estava armazenado dentro delas. É só limpar que continua a ser material com valor comercial e utilidade”.

Fonte: Agência Brasil

Fonte: Infonet

Gostou? Compartilhe:
mai 9, 2013
Metagreen

Audiência pública na Câmara debaterá questão climática no Brasil

O evento contará com a presença de parlamentares, estudiosos e representantes de organizações ambientalistas

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados promove nesta quinta-feira (9/5), em Brasília (DF), uma audiência pública para discutir a revisão do Plano Nacional de Mudanças Climáticas.

O debate contará com a participação de membros da Comissão Mista de Mudanças Climáticas e da Frente Parlamentar Ambientalista da Câmara dos Deputados e foi solicitado pelo Observatório do Clima, rede brasileira de ONGs e movimentos sociais que trabalha na agenda de mudanças climáticas no país.

A rede aproveitará o evento para cobrar novamente a divulgação da versão final de quatro planos setoriais pendentes, os quais estariam prontos de acordo com fontes do governo.

Além disso, também reforçará a necessidade de que a revisão do Plano Nacional seja feita de forma a transformar o documento em um plano de fato, com a inclusão de metas e ações envolvendo a postura do país com relação às mudanças no clima mundial.

Os Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas estão previstos na Política Nacional de Mudanças Climáticas, de 2009, e devem integrar o Plano Nacional sobre Mudança do Clima, lançado em 2008 e cuja atualização será tema da audiência pública desta quinta-feira (9/5).

Eles são segmentados e têm o objetivo de apresentar como diferentes setores da sociedade contribuirão para que o país reduza suas emissões de carbono, além de indicar as ações de adaptação dessas áreas com relação às mudanças do clima.

De acordo com André Ferretti, coordenador geral do Observatório do Clima e coordenador de Estratégias de Conservação da Fundação Grupo Boticário:- “Sem ter acesso aos conteúdos dos planos setoriais, não é possível aprofundar com qualidade as discussões sobre a atualização do Plano Nacional sobre Mudança do Clima”.

Esta posição foi aprovada durante a reunião anual do Observatório do Clima, realizada no final do mês de abril, em Tijucas do Sul (PR), que reuniu representantes de 19 organizações ambientalistas.
“Nós não conhecemos o conteúdo desses planos, quais medidas de mitigação são previstas e se elas estão alinhadas ao Plano Nacional e como estão”, explica Ferretti, que estará presente na audiência pública.

No momento, encontra-se em fase de elaboração o plano setorial da Siderurgia e outros oito são considerados concluídos pelo governo federal.

Destes finalizados, quatro tiveram seu conteúdo disponibilizado publicamente: Energia, Agricultura e dois de prevenção e controle do desmatamento (um para Amazônia Legal e outro para Cerrado).
Outros quatro planos não tiveram a verão final divulgada: Indústria, Transportes e Mobilidade Urbana, Saúde e Mineração.

Serviço:
Audiência pública
Horário: a partir das 10h
Local: Anexo II do Plenário 8 da Câmara dos Deputados
Cidade: Brasília (DF)
Participação: o evento é aberto ao público
Visite: www.revistecotour.com.br

Gostou? Compartilhe:
fev 11, 2013
Metagreen

Usinas de energia minúsculas podem substituir o petróleo em alguns anos

Segundo especialistas, um metal abundante, com grande potencial energético – o Tório -, poderia acabar com o uso do petróleo

Segundo especialistas, um metal abundante, com grande potencial energético – o Tório -, poderia acabar com o uso do petróleo (e com a subsequente poluição atmosférica). Os reatores de tório podem ser a chave para uma sociedade livre do uso de combustíveis fósseis dentro de cinco anos, mas isso depende principalmente dos governos ocidentais.

Tório, nomeado em homenagem ao deus nórdico do trovão “Thor”, é muito mais abundante que o urânio e tem 200 vezes mais potencial energético. O tório é também uma fonte de combustível mais eficiente. Ao contrário do urânio natural, que deve ser altamente refinado antes de poder ser usado em reatores nucleares, o tório é potencialmente utilizável como combustível sem grandes alterações.

O tório poderia ser usado como um amplificador de energia na próxima geração de reatores nucleares, uma ideia concebida pelo ganhador do Prêmio Nobel Carlo Rubbia.

Esse amplificador seria um sistema de acelerador de partículas para produzir um feixe de prótons e chegar a protuberância do metal pesado, produzindo excesso de nêutrons. O tório, portanto, é uma boa escolha, pois tem um rendimento alto de nêutrons por nêutron absorvido.

O núcleo do tório absorve os nêutrons em excesso, resultando em urânio-233, um isótopo que não é encontrado na natureza. Isso libera energia suficiente para abastecer o acelerador de partículas, além de um excesso que pode conduzir uma usina. Resumindo, Rubbia diz que um punhado de tório poderia iluminar Londres por uma semana.

A ideia precisa ser melhorada, mas é tão promissora que pelo menos uma empresa privada já está se envolvendo no projeto. A empresa norueguesa Aker Solutions comprou a patente de Rubbia para este ciclo de combustível de tório, e está trabalhando em seu próprio projeto de um acelerador de prótons.

O projeto poderia levar a uma rede de pequenos reatores nucleares subterrâneos, produzindo cerca de 600 MW cada. Seu tamanho minúsculo é uma vantagem ao enorme aparato de segurança necessário para usinas nucleares.

Mas há um lado contrário: as usinas nucleares previstas necessitam de combustível nuclear, o que significa construir minas de urânio controversas. Tório, por outro lado, é tão abundante que é considerado um resíduo perto de outros metais raros.

O tório também resolve o problema dos tratados de não proliferação nuclear, que proíbem os processos que podem produzir ingredientes de bomba atômica. Mas, à base de tório, o acelerador só produz uma pequena quantidade de plutônio, ou seja, seria um sistema legal.

Fonte: Eco Viagem

Gostou? Compartilhe:
fev 4, 2013
Metagreen

Troque ou doe materiais escolares e reduza custos e impactos ambientais

Fardamentos, livros, mochilas, objetos de papelaria, são exemplos de produtos que podem ser reaproveitados para reduzir os gastos. Além de economizar, essas atitudes também contribuem para reduzir o impacto ambiental negativo

 

Início de ano também é sinônimo de volta às aulas nas escolas. Ou seja, hora de comprar uma série de produtos contidos nas listas enviadas pelas instituições de ensino. Mas, que tal adotar atitude sustentável, e ao invés de comprar, trocar alguns dos itens.

Fardamentos, livros, mochilas, objetos de papelaria, são exemplos de produtos que podem ser reaproveitados para reduzir os gastos. Além de economizar, essas atitudes também contribuem para reduzir o impacto ambiental negativo sobre os recursos naturais utilizados na fabricação de novos materiais a cada ano.
Para os produtos que precisam ser comprados, a dica é pesquisar os melhores preços e fazer compras de grande volume em conjunto com os pais de outros alunos, além de dá preferência aos produtos sustentáveis.

Bons exemplos


Para facilitar a vida dos pais, algumas escolas já oferecem o acesso a materiais usados, promovendo, por exemplo, feiras de livros, como faz o Colégio Ítaca, em São Paulo. A instituição recebe livros didáticos e paradidáticos e os disponibiliza gratuitamente na feira, segundo a bibliotecária e idealizadora do projeto, Marta Regina Mingardi. “Ninguém gosta de jogar fora um livro, que é algo de tanto valor. O melhor é encaminhar para doação”, afirmou ao Instituto Akatu.
Segundo Mongardi, o projeto tem atraído cada vez mais a comunidade escolar. “A feira acontece paralelamente à venda de livros novos. Muitos pais passam primeiro na feira de trocas, para depois complementarem com itens novos o que ficou faltando da lista”, indica Marta Regina.

Os pais também aprovaram a ação, a exemplo de Daniella Sparvieri, que afirma se preocupar com o desperdício de materiais. “Se um livro não vai mais ser usado, não tem porque mantê-lo em casa”. Ela afirma ainda que também se procura com a conservação do material. “Eu conservo os livros, encapo, restauro. Um caderno que não terminou, por exemplo, podemos usar no ano seguinte”, ensinou Daniela.
Já na Escola Stagium, em Diadema (SP), a coordenadora pedagógica do colégio, Greice Urtado Ilha, afirmou que são feitas recomendações sobre o reaproveitamento dos materiais na circular. “Pedimos por escrito que os pais aproveitem o material e façam a reposição somente do necessário. Também trabalhamos a conscientização nas crianças, que são o canal para a mudança”, concluiu.

Pais mais conscientes

O envolvimento dos pais nesse tipo de ação é de grande importância, já que eles são referências para os filhos, como explicou o diretor-presidente do Instituto Akatu, Helio Mattar. “Imagine que a cada ano, milhares de alunos compram materiais novos para as aulas, enquanto outros descartam ou acumulam itens que não têm mais uso, ou que ficaram esquecidos em casa. Promover a troca e doação destes materiais é uma solução por meio da qual todos são beneficiados: alguns têm as necessidades básicas de material escolar atendidas sem pesar no orçamento, enquanto que outros dão melhor destino para itens que poderiam ser desperdiçados, acumulados ou jogados fora sem necessidade”, ressaltou Mattar.

Fonte: Eco Viagem

Gostou? Compartilhe:
jan 26, 2013
Metagreen

Agricultores tentam criar novo modelo de desenvolvimento na Amazônia

Sob ameaça de madeireiros e pecuaristas, colonos fazem extração sustentável de óleo de andiroba, castanha-do-pará e cupuaçu.

Na Amazônia brasileira, um grupo de agricultores tenta estabelecer a viabilidade econômica da extração sustentável de óleos naturais de plantas locais.

O projeto Sementes da Floresta foi formado por agricultores levados originalmente para a Amazônia num programa do governo que pretendia colonizar a região ao longo da Transamazônica.

Na década de 1990, eles criavam gado e praticavam uma cultura de subsistência. Mas, aos poucos, começaram a perceber que a agricultura que praticavam acabaria esgotando o solo e destruindo a floresta.

Derisvaldo Moreira, o Dedel, um dos integrantes do Sementes da Floresta, conta que a comunidade extrai diversos tipos de óleos naturais de plantas como andiroba, castanha-do-pará e cupuaçu. O óleo produzido é vendido principalmente para a indústria cosmética.

Como muitos agricultores do Sementes da Floresta, Dedel migrou para a Amazônia do árido Nordeste brasileiro em busca de terra e recebeu um pequeno lote do governo para a lavoura e o cultivo da terra. Continue lendo »

Gostou? Compartilhe:
jan 23, 2013
Metagreen

Dois terços das grandes empresas têm metas de emissões e energia limpa, revela WWF

 

Reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2), metano e outros gases de efeito estufa, ou utilizar mais fontes de energia limpa, como painéis solares, já é uma realidade entre seis em cada dez das maiores empresas do mundo. Os dados são do relatório Energia adiante: por que as maiores empresas do mundo estão investindo em energia renovável, divulgado nesta semana pela organização não governamental WWF.

De acordo com o levantamento, 102 das 171 companhias analisadas passaram a adotar medidas de redução de gases-estufa, o equivalente a 60% do total.

Por meio de mais de 20 entrevistas com executivos e análise de dados sobre diversos setores econômicos, o relatório concluiu que as práticas de energia renovável estão se tornando padrão para algumas das empresas mais rentáveis do mundo.

Além delas, 24 companhias criaram metas específicas para usar energia limpa (14%). As duas medidas podem ser adotadas em conjunto por uma mesma empresa, aponta o WWF no relatório.

“Cerca de dois terços das maiores companhias globais assumiram compromissos de reduzir as emisões e aumentar o uso de fontes de energia renovável”, destacou a diretora da iniciativa global para o clima e energia da WWF, Samantha Smith.

“Eles veem valor em diversificar suas fontes de energia e ter estabilidade no preço pago, já que os combustíveis fósseis sofrem variação de custo muito grande”, explicou Samantha.

 Fonte: Portal EcoD
Gostou? Compartilhe:
jan 22, 2013
Metagreen

Rio de Janeiro publica lei que obriga grandes geradores a reciclarem resíduos sólidos

Aprovada na Câmara em outubro de 2012, a lei prevê multa de R$ 2.500 aos estabelecimentos que descumprirem suas obrigações.

Quem produz mais do que 60 quilos ou 120 litros de resíduos sólidos diariamente, na cidade do Rio de Janeiro, está obrigado a separar o material reciclável e encaminhá-lo à reciclagem, de acordo com a lei 5.538, publicada no Diário Oficial de quarta-feira, 16 de janeiro, pelo prefeito Eduardo Paes.

Aprovada na Câmara em outubro de 2012, a lei prevê multa de R$ 2.500 aos estabelecimentos que descumprirem suas obrigações.
A separação do lixo reciclável deve acompanhar o que estabelece a resolução 275 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama): lixeiras azuis para papel/papelão; vermelha para plásticos; verde para vidros; amarela para metais e laranja para resíduos perigosos.

Fonte: Eco Viagem

Gostou? Compartilhe:
jan 7, 2013
Metagreen

Saiba como descartar CDs e DVDs

Aquele CD ou DVD da sua banda favorita da adolescência está ocupando um espaço muito grande na sua casa? Pense duas vezes antes de atirá-lo na lata do lixo e fazer a natureza esperar anos e anos pela sua decomposição.

Existem diversas opções de descarte correto desse materiais. Você pode reciclar o CD por meio de organizações que oferecem esse serviço, doar para caridade, escolas ou acervos públicos, e até vender para colecionadores ou via internet.

Mas se nenhuma dessas opções te agrada, então destine nos coletores seletivos de plástico.

Fonte: Eco Viagem

Gostou? Compartilhe:
Páginas:«12345678910»