set 24, 2012
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Brasil recicla menos de 2% do potencial, diz especialista

Alana Gandra
Da Agência Brasil, no Rio de Janeiro

O Brasil ainda tem 4 mil lixões e apenas 30% a 40% do total coletado no país são dispostos em aterros sanitários adequados. Além disso, a reciclagem é muito baixa no Brasil, segundo o secretário da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública, Antonio Simões Garcia. Ele informa que os serviços de aproveitamento de material descartado não transformam no país sequer 2% do volume que pode ser reciclado.

Garcia disse que estão “muito próximos da realidade” os números divulgados nesta sexta-feira (14) na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), segundo os quais apenas 40% do lixo separado dentro de casa pelos brasileiros são coletados seletivamente ao chegarem na rua.

Alex Cardoso, da coordenação nacional do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, acrescentou que, do total de lixões ainda existentes no Brasil, 1.700 mil estão na região Nordeste. “Chega a ter cidades com dois lixões”, informou. O movimento avalia que há grande mobilização da sociedade em torno da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que exige a coleta seletiva para municípios com mais de 30 mil habitantes.

Segundo Cardoso, no entanto, esse processo ainda é “tímido” no Brasil, “porque a política já tem dois anos e cerca de 40% dos municípios brasileiros ainda têm lixões e não dispõem de sistema de coleta seletiva”. O integrante do movimento lembra que, até 2014, os lixões terão que ser desativados. Segundo ele, com a implantação da coleta seletiva e a desativação dos lixões, haverá também a inclusão dos catadores. Continue lendo »

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set 18, 2012
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Fábrica de salgadinhos investe em sustentabilidade e eleva faturamento

Recheios são feitos com energia solar e óleo da fritura é reciclado.
Investimento de US$ 1,5 mil gera economia de cerca de R$ 13 mil por mês.

Simone Cunha

Placas de captação da luz do sol esquentam a água que vai cozinhar o frango da coxinha e, depois do salgadinho frito, o óleo vai para coletores e vira sabão. Quando a produção de salgados termina, a fábrica é lavada com água da chuva captada pela cisterna. Com investimento de cerca de US$ 1,5 mil, 10% do custo da fábrica, a Twin Peaks, de Campinas, no interior de São Paulo, reduziu o consumo de recursos naturais temperando os salgadinhos com pitadas de sustentabilidade.

O que no início pareceu gasto, no fim das contas – e de um prazo de 2 anos para se pagar – gera economia de R$ 13 mil por mês e pontos para conquistar clientes, diz o dono da empresa, Murilo Cunha. “Esse é o outro lado da moeda porque você economiza muito.”

Se quem come os salgadinhos (fritos ou assados, gourmets ou de boteco) da empresa não percebe a diferença, a fábrica dá algumas pistas de que há algo de diferente ali. No telhado, há placas de energia solar ligadas a um sistema que leva água às panelas. Com ele, o frango, a carne e o bacalhau usados nos recheios são cozidos em água esquentada pela energia do sol a 70° C, o que gera uma economia de R$ 5 mil por mês em uma conta de R$ 10 mil.

Também no telhado, uma cisterna capta da chuva água suficiente para 60% do uso da fábrica. É desse sistema que sai a água usada para lavar a fábrica no fim de cada expediente e nas descargas dos banheiros. A economia na conta é de R$ 8 mil, estima Murilo, que paga cerca de R$ 12 mil por mês.

Fora da fábrica, o setor de coleta de resíduos é a terceira frente de investimento – e bem baixo, avisa Murilo – em sustentabilidade. Como tinha que ter funcionários fazendo o descarte das embalagens de matéria prima usadas na produção, para evitar a temida contaminação cruzada, a empresa resolveu ir um pouco além e recicla o material. O grupo separa plástico, papel, vidro e também o óleo usado na fritura dos salgadinhos e leva uma vez por semana, de carro, para cooperativas. O material rende cerca de R$ 500 por mês. Continue lendo »

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set 12, 2012
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MCDonald’s troca copo de papel descartável por reutilizável e diminui lixo

O McDonald’s da França diminuiu o lixo que é produzido pelo fast-food todos os dias. Com ajuda do designer Patrick Norguet, a rede vai substituir todos os copos descartáveis usados no McCafé por copos reutilizáveis!

O copo, chamado de tasse, é feito de material resistente e tem revestimento colorido de espuma, para evitar que o calor da bebida queime a mão. A intenção da empresa é que o cliente compre o copo reutilizável e leve-o ao restaurante toda vez que for tomar um cafézinho. Para estimular que os consumidores reutilizem o copo, o McDonald’s dará desconto no café da manhã.

O bom é que a novidade não ficará restrita aos McDonald’s da França. A empresa pretende “exportar” o copo reutilizável para os outros restaurantes da marca em todo o mundo.

Fonte: SWU

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set 4, 2012
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Transforme sua faxina com produtos ecologicamente corretos

Os produtos de limpeza também entraram na onda do ecologicamente correto. Os fabricantes estão se preocupando em atender a demanda ecofriendly começando pela produção, que é menos agressiva para o meio ambiente, já que emite menos gás carbônico, principal contribuinte para o efeito estufa. Por definição, o produto ecológico é aquele que não agride a natureza, que se mistura ao ambiente sem modificá-lo. “Para que seja ecologicamente correto, ele tem que ser biodegradável. Neste caso, usa-se matéria primas de componentes que já existem na natureza. Exemplos disso são o sabão de coco e os sabonetes à base de óleos vegetais”, afirma José Agatte, técnico químico da Prothal, que fabrica produtos de limpeza ecológicos.

Os fabricantes em geral também se preocupam com as embalagens: são recicláveis ou biodegradáveis e seus componentes causam um impacto menor em comparação aos produtos regulares, que em sua maioria são derivados de petróleo.

Existem as receitas caseiras que usam bicarbonato de sódio como desengordurante ou para limpar a louça do banheiro. Uma solução de vinagre com água serve para limpar os vidros e suco de limão, para remover ferrugem.

Há também os produtos industrializados que cuidam de fazer a limpeza da casa sem deixar resíduos agressivos. A principal estratégia é investir em concentrados, que podem ser diluídos em água e, por isso, duram mais tempo sem perder a eficácia.

Outra opção são os mais “naturebas”, com componentes de limpeza que podem ser encontrados na natureza, como o terpeno, um engraxante natural feito a partir dos ácidos das cascas da laranja. Ele é o princípio ativo dos produtos da marca Mr. Green, que conta com produtos para limpeza doméstica como multiuso, limpa-estofados, limpa-inox e limpa vidros. “Estudos apontam que os produtos da marca se degradam 90% em 30 dias. Por seu baixo teor alergênico e toxicidade, seu uso não requer equipamento especial de proteção, além de trazer um baixíssimo impacto ambiental”, explica Miguel Santos Neto, proprietário da empresa.

Além do plástico que serve como recipiente para os produtos de limpeza, o próprio produto é, na maioria das vezes, derivado de petróleo. “As diferenças estão nas matérias primas. Os produtos ecológicos utilizam as naturais, no nosso caso, o babaçu, por exemplo. Já no caso dos regulares, são derivados de petróleo, que promovem ‘explosão’ de espuma, dão a falsa sensação de limpeza e, além de tudo, ressecam as mãos após o uso”, defende Michelle Yoshida, gerente de produtos da Amazon H2O. “Os derivados de petróleo são os responsáveis pela degradação do meio ambiente – não apenas após o uso, mas durante a sua produção também”, completa.

A espuma é a grande vilã. Ela indica que o produto tem fosfato, um dos principais poluentes, já que não se degrada no ambiente e pode criar camadas sobre a superfície dos rios, impedindo a passagem de luz e oxigênio, o que afeta a fauna e flora.

PrimaPagina
Especial para o Terra

Fonte: Vida e Estilo

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ago 31, 2012
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Computador ecológico é 98% reciclável

Por Vanessa Daraya

São Paulo – A empresa irlandesa MicroPro criou um computador ecológico com ajuda do instituto alemão Fraunhofer IZM. O iamecoV3 tem a carcaça feita de madeira e tela touchscreen.

O nome iamecoV3 vem da expressão em inglês “I am Eco”. O PC tem 98% dos componentes recicláveis. Além disso, a empresa considera que 20% desse material pode ser reutilizado com facilidade.

Outro ponto de destaque do computador é que ele usa dissipadores de calor, ao invés dos sistemas de ventilação tradicionais. Assim, o computador não sofre de superaquecimento e ainda converte o calor em mais energia para funcionar por mais tempo.

A tela do computador é feita de LED. Segundo a empresa, isso também aumenta de 30% a 40% a eficiência energética do aparelho.

Os criadores tentaram diminuir ao máximo a quantidade de halógeno (substância tóxica) dos componentes eletrônicos, como nos processadores. As peças também podem ser substituídas com facilidade, o que aumenta a durabilidade do produto.

A produção de um iamecoV3 usa 360 quilogramas de gás carbônico (CO2). Apesar de parecer um nível alto de emissões de gases poluentes, a porcentagem é 70% mais baixa do que a de um computador normal. Portanto, a pegada de carbono do iamecoV3 é considerada muito pequena.

O aparelho já ganhou o selo de sustentabilidade da União Europeia, o EU Ecolabel. Porém, ainda não há previsão de comercialização do produto.

Fonte: Info Abril

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ago 24, 2012
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Sustentabilidade – Garanta o Presente sem Descuidar do Futuro

Autor: Gabi Batista

Embora a maior parte da população do mundo já saiba o que é sustentabilidade, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o real significado desse termo e, principalmente, sobre as ações que estão associadas a ele.

Ser sustentável significa equilibrar as necessidades de consumo do ser humano com a capacidade de renovação da natureza. Sem isso, a tendência é o esgotamento de recursos fundamentais como a água, comprometendo o equilíbrio do meio ambiente e as futuras gerações.

Os temas de sustentabilidade mais recorrentes atualmente estão relacionados ao reaproveitamento de água, à destinação correta do lixo e à geração de energia sustentável.

O reaproveitamento de água é um dos temas mais urgentes, até mesmo para nações que contam com esse recurso natural em abundância. Diversas medidas vêm sendo adotadas para reduzir o consumo de água, além de outras que visam à coleta e o tratamento do esgoto para evitar a contaminação de rios e outras fontes.

Outro fator que polui muito o meio ambiente é o lixo produzido pelo ser humano, especialmente nas grandes cidades. Esses resíduos contaminam o solo e as fontes de água, por meio do seu processo de decomposição e pela deposição de produtos químicos oriundos de pilhas, baterias e outros componentes. A coleta seletiva, os processos de reaproveitamento, reciclagem e a destinação adequada do lixo são atitudes necessárias para reverter esse quadro.

Outro tema de grande relevância é a adoção de fontes de energias sustentáveis, uma alternativa sobre as atuais fontes utilizadas em larga escala, que são baseadas na queima de combustíveis fósseis, gerando gases que provocam a poluição do ar.

Mas não são apenas governos e ONGs que precisam tomar atitudes a respeito da degradação acelerada do meio ambiente. Para que as mudanças sejam efetivas, todos os indivíduos devem assumir responsabilidades, adotando hábitos mais sustentáveis em seu dia a dia.

Fonte: Atitudes Sustentáveis

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ago 14, 2012
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Como suas escolhas de consumo impactam as mudanças climáticas

Cada um pode contribuir para desacelerar esse processo

Você sente o ar poluído? O clima abafado? A poluição e a concentração de calor são provocadas pela emissão de gases poluentes decorrentes de várias atividades humanas. Esses gases são lançados na atmosfera quando qualquer item de consumo é produzido, quando nos movimentamos pela cidade, enfim, toda vez que consumimos alguma coisa. O fenômeno se chama efeito estufa, que resulta na elevação das temperaturas no planeta. A consequência disso é um conjunto de mudanças no clima (furacões mais frequentes e mais intensos, mais frio, mais calor, mais chuvas, mais secas etc.) chamados genericamente de aquecimento global.

O que isso tem a ver com os oceanos? O aquecimento do planeta causa o derretimento das calotas polares e resulta em elevação dos níveis dos mares, o que afeta as costas dos continentes.

E o que isso tem a ver com você? Cada produto que consumimos tem uma história, que começa na extração de matérias-primas e termina no descarte do produto. Cada etapa deste processo gera emissão de gases. Escolhas de consumo que privilegiem o máximo aproveitamento dos produtos adquiridos permitem que se evite desperdício e, assim, que se reduza a emissão de gases de efeito estufa. Além disso, o consumidor pode escolher comprar de empresas que se preocupam em reduzir os impactos da produção sobre as mudanças climáticas.

No dia a dia o que você pode fazer? Pequenas ações repetidas ao longo do tempo e por cada um de nós podem transformar a realidade Procurar saber de onde vem o que você compra. Produtos da sua região chegam mais rápido e frescos aos pontos de venda. E por andar menos de caminhão, são mais baratos e geram menos emissão de gases. Continue lendo »

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ago 2, 2012
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Descarte correto de pilhas e baterias usadas

As pilhas e baterias de uso doméstico apresentam um grande perigo quando descartadas incorretamente. Na composição dessas pilhas são encontrados metais pesados como: cádmio, chumbo, mercúrio, que são extremamente perigosos à saúde humana. Dentre os males provocados pela contaminação com metais pesados está o câncer e mutações genéticas.

Só para esclarecer, as pilhas e baterias em funcionamento não oferecem riscos, uma vez que o perigo está contido no interior delas. O problema é quando elas são descartadas e passam por deformações na cápsula que as envolvem: amassam, estouram, e deixam vazar o líquido tóxico de seus interiores. Esse líquido se acumula na natureza, ele representa o lixo não biodegradável, ou seja, não é consumido com o passar dos anos. A contaminação envolve o solo e lençóis freáticos prejudicando a agricultura e a hidrografia.

Justamente por serem biocumulativas é que surgiu a necessidade do descarte correto de pilhas e baterias usadas.

Como a própria ilustração já diz, o que não pode ser feito é o descarte desses materiais no lixo comum. Já existem leis que obrigam os fabricantes a receberem de volta pilhas e baterias, e desta forma dar a elas o destino adequado. Seria fundamental que também colocassem advertências na própria embalagem do produto, avisando dos eventuais perigos oferecidos pelo descarte incorreto do material.

O que você consumidor pode fazer? O ideal é separar o lixo tóxico do restante, dessa forma você facilita a coleta e posterior armazenagem em aterros especiais. Mas se optar pelo envio ao fabricante, estará alertando-o de sua preocupação e, quem sabe dessa forma, ele tome consciência de sua responsabilidade como produtor e dê destino correto ao seu produto após o uso.

Fonte: Mundo da Educação

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jul 25, 2012
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Faça sua parte pelo meio ambiente: recicle

Reciclar o lixo é uma ação que depende de todos e em tempos em que os recursos naturais e a quantidade de resíduos não andam na mesma velocidade, a conscientização precisa crescer o mais breve possível

Reciclar o lixo é uma ação que depende de todos para diminuir o risco para nossa saúde e nosso planeta. Em tempos em que os recursos naturais e a quantidade de resíduos não andam na mesma velocidade, a conscientização em torno da reciclagem precisa crescer o mais rápido possível.

Segundo dados divulgados pelo Ibope, em 31 de maio de 2012, 86% da população brasileira concorda que a reciclagem do lixo é um dever de todos, porém, apenas 26% declarou que recicla sempre ou frequentemente. A pesquisa ainda mostra que as pessoas com idade entre 35 e 75 anos reciclam mais.

Em nossas próprias casas e locais de trabalho é possível separar o lixo reciclável e encaminhar para os locais adequados de destinação (coleta seletiva, cooperativas, pontos de recepção, etc). A Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo preparou um material especial e bem completo sobre reciclagem, com informações sobre coleta seletiva, destinação de lixo eletrônico e dicas de lugares para levar seu lixo reciclável.

Fonte: Governo de São Paulo

Fonte: Ecoviagem

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jul 20, 2012
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Produção de vassouras feitas de garrafas Pet gera renda

Reciclagem é a palavra de ordem para preservarmos a natureza ao máximo e garantirmos um mundo mais saudável. E quando esta ideia vem aliada a iniciativas empreendedoras, a credibilidade é adquirida não apenas pela responsabilidade sócio-ambiental, mas também pela inovação. Em Patos, sertão da Paraíba, as garrafas Pet coletadas nas ruas, que antes iam parar no lixão, hoje geram renda não apenas para coletores, mas para uma rede de associados e suas famílias.

Com auxilio do Sebrae, da Cooperativa Agrícola Mista de Patos, a Campal, e da Câmara de Dirigentes Lojistas de Patos, várias iniciativas semelhantes desenvolvidas pelo país foram conhecidas e pesquisadas para que se fosse montado um piloto. A ideia foi conhecida no município de Maracaçumé, no Pará, que mantinha unidades de produção em comunidades pobres da Região gerando renda para os povoados carentes. Já no Rio Grande do Norte foram visitadas duas cooperativas.

A produção destas vassouras nestas unidades visitadas era bastante artesanal. Para iniciar a produção sustentável em Patos foi necessária a criação de máquinas e adequação de outras para otimizar a produção. Mecânico industrial de profissão, João Dias, convidado pelas instituições por reconhecerem suas habilidades, começou a fabricar, no quintal de sua casa, as máquinas.

“Visitamos outras fábricas deste mesmo produto e estamos um pouco à frente em relação ao maquinário dessas outras. Buscamos nos aperfeiçoar ainda mais, chegando a restaurar algumas máquinas que eram utilizadas neste processo e fazendo melhorias nelas. Foi um investimento em longo prazo, mas que já nos tem rendido bons frutos”, comemorou João.

O mecânico abraçou a ideia e descobriu no lixo uma opção de renda para ele e para a comunidade do município. Fabricando cerca de 100 vassouras por dia, com média de três a quatro pessoas operando na produção, o dinheiro arrecadado possibilita o pagamento de um salário mínimo para cada uma das pessoas envolvidas na fabricação do item e um lucro médio de R$ 1 mil para o administrador.

Os resultados gerados em torno dessa produção tem sido satisfatórios, no que se refere um âmbito criativo, rentável e de estímulo à preservação do meio ambiente. Gerente da Agência Sebrae em Patos, Aldo Nunes, celebra o sucesso do negócio. “Importamos a tecnologia da fabricação e conseguimos fazer com que uma empresa de Patos passasse, não apenas a fabricar as vassouras, mas a ser produtora da máquina com um maior aperfeiçoamento”.

Fonte: Agência Sebrae

Fonte: Recicláveis

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