jul 18, 2012
Metagreen

Difíceis de reciclar, monitores colocam consumidores e catadores em risco

São Paulo – Composto de materiais rentáveis, se bem separado, o lixo eletrônico também guarda segredos e perigos para consumidores e catadores de materiais recicláveis. Apesar do descarte anual de milhares de peças, o processo de reciclagem ainda é caro e complexo. A manipulação errada de certos equipamentos, como monitores de vídeo, pode levar à contaminação de pessoas e do meio ambiente, afirmam especialistas ouvidos pela Rede Brasil Atual.

Até descobrir que os monitores de computador têm grande quantidade de chumbo e não podem ser violados, o catador Flávio Custódio “metia a marreta” para abrir os equipamentos que chegavam à sua cooperativa. “A gente metia marreta para limpar o material fino”, lembra Custódio.

“Já abri monitor. Não conhecia os perigos de contaminação, mas sabia do valor do cobre”, conta Walisom Borges da Silva, diretor de cooperativa de catadores em São Paulo. “Eu pensava que fosse vidro no interior do monitor, quando descobri sobre o chumbo fiquei assustado porque já corri esse risco muitas vezes”. Nas ruas, não é raro encontrar monitores desmontados, diz. “Tem gente que deixa o restante encostado em algum poste e pega só o cobre. Essa é a realidade”, constata.

Dos diversos equipamentos eletrônicos recebidos por catadores, como Flávio e Walisom, o produto mais difícil de dar destinação adequada são os monitores, explica a professora Tereza Cristina Carvalho, coordenadora geral do Laboratório de Sustentabilidade (Lassu) da Escola Politécnica da USP.

Apesar de existirem empresas que realizam a reciclagem desses equipamentos, “o custo é muito alto para limpar”, diz a professora. “Os monitores são o pior problema do lixo eletrônico, quase 70% dele é composto por chumbo e é contaminante”, adverte Carlos Alberto Conde Regina, do Instituto GEA – Ética e Cidadania.

Presente de grego

A recepção de monitores acaba sendo um “presente de grego” para os catadores, diz Mariana de Moraes Coelho, do instituto GEA. “Quem tem alguma consciência guarda em casa por falta de saber o que fazer ou acaba enviando para cooperativas junto com outros materiais como se fosse uma forma de compensar: ‘você pega meu problema e leva um pouquinho de material reciclável’”, cita.

Por falta de informação de usuários e catadores, boa parte dos monitores acaba indo para lixões. Inteiros ou violados, esses equipamentos “estão sendo deixados como lixo normal, no meio de outros resíduos, e podem contaminar pessoas”, lamenta Carlos.

Fabricantes como a Dell e a Itautec recolhem os produtos. Mas um infindável número de aparelhos acaba descartado irregularmente. Continue lendo »

Gostou? Compartilhe:
jul 16, 2012
Metagreen

Especial Reciclagem para crianças. Leitura fácil e divertida para ensinar as crianças.

Vamos falar hoje de reciclagem! Nunca ouviu falar nesta palavra? Mas agora você vai saber tudo sobre reciclagem.

Reciclar é reaproveitar materiais orgânicos e inorgânicos para serem utilizados novamente. Mas o que é material orgânico e inorgânico? Qualquer coisa que tem origem animal é considerado material orgânico. E tudo que não tem origem biológica é considerado material inorgânico.

Os alimentos, por exemplo, são considerados materiais orgânicos. As sobras destes alimentos como as cascas de legumes e frutas que vão para o lixo de cozinha também são considerados materiais orgânicos e podem ser reaproveitados. Ou melhor, podem ser reciclados para serem reaproveitados.

O lixo da nossa cozinha, por exemplo, pode ser transformado em adubo. Os adubos são fertilizantes utilizados na terra para enriquecer os solos das plantações. Olha que legal! Utilizamos alimentos para fazer mais alimentos! Este é o espírito da reciclagem: transformar, processar o lixo, para ser utilizados novamente.

Os materiais inorgânicos como: garrafas de vidro e plásticas, latas de refrigerante, borracha, entre outros, também podem ser reciclados. Nestes casos, é muito comum que se reutilize o próprio material, ou seja, latas de refrigerante são processadas e transformadas em novas latas, assim como as garrafas de vidro também são preparadas de forma a serem reutilizadas.

Para colaborar no processo de reciclagem o lixo é separado em 4 latas diferentes: metal, papel, vidro e plástico. Cada lata é representada por uma cor diferente:

Papel – Azul
Metal – Amarelo
Vidro – Verde
Plástico – Vermelho

Este tipo de coleta de lixo é chamado de Coleta Seletiva.

Agora que você já sabe tudo sobre reciclagem, já pode imaginar quanto lixo podemos reutilizar! Assim poupamos energia e matéria prima e ainda não poluímos o planeta.

Atualmente, o lixo é problema mundial. Todos os dias acumulamos toneladas de lixo que são levados para aterros sanitários, mas o problema é que o planeta já não suporta esta quantidade de detritos e além disto muitos materiais levam muito tempo para se decomporem. Veja na tabela abaixo quanto tempo demora a decomposição do vidro!

Papel: de 2 a 4 semanas
Palitos de fósforos: 6 meses
Papel plastificado: de 1 a 5 anos
Chicletes: 5 anos
Latas: 10 anos
Couro: 30 anos
Embalagens de plástico: de 30 a 40 anos
Latas de alumínio: de 80 a 100 anos
Tecidos: de 100 a 400 anos
Vidros: 4.000 anos
Pneus: indefinido
Garrafas PET: indefinido

Outro ponto importante é o quanto de energia e matéria prima poupamos!

Quantas árvores não deixamos de cortar reciclando papéis, jornais e revistas. Quantas máquinas que utilizam eletricidade ou por vezes combustíveis deixamos de ligar poupando energia.

Tudo isto é importante para preservar a natureza e garantir um futuro melhor para o nosso planeta e para a humanidade!

Não perca tempo, é tempo de reciclar!

Fonte: SmartKids

Gostou? Compartilhe:
jul 13, 2012
Metagreen

O manual da reciclagem

Os especialistas derrubam alguns dos mitos mais difundidos sobre a reciclagem e dão dicas básicas para quem quer começar a separar o lixo

Por Monica Weinberg

VALE A PENA FAZER

Separar o lixo seco de todos os restos orgânicos: um copo sujo de cafezinho pode inutilizar quilos de papel limpo- e reciclável.

Lavar as embalagens para retirar os resíduos dos alimentos e dos produtos de higiene e limpeza.

NÃO VALE A PENA FAZER

Separar o lixo seco por tipo de material. As empresas e cooperativas farão uma nova triagem- estando o lixo organizado ou não.

Amassar latas e garrafas PET ou desmontar as embalagens longa-vida. São medidas que não encurtam em nada o processo de reciclagem.

O LIXO ESPECIAL

Lâmpadas

O que fazer: separar as fluorescentes num lixo à parte. Misturados aos outros restos, os cacos costumam ferir os catadores. Já as lâmpadas incandescentes não são recicladas, uma vez que, segundo mostram as pesquisas, não causam impacto negativo no meio ambiente – elas devem ser depositadas, portanto, no lixo comum. Continue lendo »

Gostou? Compartilhe:
jul 4, 2012
Metagreen

Isopor: bonitinho, mas ordinário

Material de mil utilidades, o poliestireno expandido, mais conhecido como isopor, chega às nossas casas sob diversas formas: desde bandejas que acompanham alimentos como carne, legumes e frios, até como componentes de embalagens de eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos. Quimicamente, o isopor consiste de dois elementos, o carbono e o hidrogênio. Por ser um plástico celular e rígido, ele tem as vantagens de poder apresentar-se numa grande variedade de formas e de ter aplicações bastante diversas.

Muito bom, não é? Isso tudo seria ótimo se ele não fosse tão danoso ao meio ambiente e difícil de reciclar. As razões são várias.

Um dos problemas do isopor é sua composição: 98% de ar e 2% de plástico. Isso quer dizer que, quando derretido, o volume final do isopor cai para 10% do que foi coletado. Por essa razão, a maioria das cooperativas e empresas do setor de reciclagem sequer aceita doações, ao menos de pequenas quantidades do produto. E muito menos se dispõem a coletá-lo, já que, devido à sua baixa densidade, ele ocupa muito volume, o que encarece seu transporte e, conseqüentemente, a sua reciclagem, exigindo quantidades muito grandes para se viabilizar economicamente o processo como um todo.

Quando não vai para reciclagem o isopor pode provocar diversos prejuízos. Se for destinado ao lixo, pode levar, conforme estimativas, 150 anos para se decompor. Nos aterros sanitários, além de ocupar muito espaço e saturar com mais rapidez as áreas destinadas ao lixo, o que exige grandes investimentos públicos para a construção de novos aterros, a compactação causada pelos restos de isopor prejudica a decomposição de materiais biodegradáveis. E se for para lixões, estará deixando seu rastro no ambiente por um longo período de tempo.

Se jogado em rios e mares, as pelotas de isopor – produto do esfacelamento desse material – são ingeridas por cetáceos e peixes ao serem confundidas com organismos marinhos, e, muitas vezes, acabam por matá-los.

Por fim, se for queimado, o isopor libera gás carbônico contribuindo, portanto, para a poluição do ar e para o aquecimento global.

Por todas essas razões, Patrícia Blauth, da Consultoria Menos Lixo – Projetos de Educação em Resíduos Sólidos, recomenda que se evite comprar produtos armazenados e transportados com isopor. Segundo ela, diversos usos para o isopor são bastante questionáveis, como “as bandejinhas de frios, frutas e legumes, por exemplo, têm função meramente decorativa”, declara. Esse uso poderia ser substituído por outro material ou simplesmente eliminado sem prejuízos ao consumidor e com um enorme benefício para o meio ambiente, argumenta a pesquisadora. Nesse caso, o consumidor pode pedir no supermercado que seus produtos sejam embalados na hora e sem a inclusão da bandejinha de isopor. Continue lendo »

Gostou? Compartilhe:
jun 28, 2012
Metagreen

O isopor pode ser reciclado? Como jogar fora o Poliestireno Expandido?

Uma grande dúvida que sempre tenho, quando penso em coleta seletiva do lixo, é com relação ao isopor.
O que é o isopor? Isopor é reciclável? Como descartar os produtos de isopor?

O poliestireno expandido (EPS), também conhecido como isopor, é encontrado hoje em dia, nas mais diversas utilizações. Desde embalagens de eletrodomésticos até revestimentos de câmaras frigoríficas.

Entretanto, esse material é muito nocivo ao meio-ambiente.

Por si só, o isopor não polui nem contamina a terra; o problema maior está nas centenas de anos que ele demora a se decompor e no grande volume que ocupa, durante todo esse tempo, nos aterros sanitários. Além disso, nos aterros sanitários, o isopor funciona como um isolante, dificultando a degradação do lixo orgânico e a expulsão dos gases resultantes da decomposição.

Mas isso só acontece devido à desinformação, falta de conscientização da população (que coloca o material no lixo comum) e às características físicas do isopor (leve e volumoso) que dificultam seu armazenamento e transporte. O seu valor comercial acaba sendo pequeno e os catadores de papel não catam o isopor que encontram pelas ruas.

Muitas pessoas e empresas por não terem onde descartar esse material acabam queimando grandes quantidades, normalmente à noite, o que agrava em muito o problema do aquecimento global e da poluição do ar.

Em vários lugares ouve-se dizer que o isopor não é reciclável.

No artigo “Como descartar corretamente os materiais recicláveis”, vemos que o especialista orienta para jogar o pratinho de isopor no recipiente de não recicláveis.

Entretanto, o que pouca gente sabe é que o isopor é 100% reciclável.

Esse desconhecimento acaba por relegar essa matéria-prima preciosa ao lixo comum.

Apesar das dificuldades, há quem já esteja trabalhando com o reaproveitamento do isopor.

Na capital de São Paulo, por exemplo, já existem cooperativas que fazem a reciclagem do produto, mas a falta de conscientização da população e das empresas geradoras de embalagens de EPS, além da dificuldade logística causada pelo grande volume e pouco peso do produto, são os maiores empecilhos ao crescimento desse reaproveitamento tão necessário. Continue lendo »

Gostou? Compartilhe:
jun 22, 2012
Metagreen

A importância da Coleta Seletiva

O lixo é responsável por um dos mais graves problemas ambientais de nosso tempo. Seu volume principalmente nos grandes centros urbanos é enorme e vem aumentando intensa e progressivamente, atingindo quantidades impressionantes. Na maior parte dos municípios brasileiros (cerca de 76% deles), o lixo é simplesmente jogado no solo, sem qualquer cuidado, formando os lixões, altamente prejudiciais à saúde pública.

As conseqüências da disposição inadequada do lixo no meio ambiente são a proliferação de vetores de doenças, a contaminação de lençóis subterrâneos e do solo pelo chorume (líquido escuro, altamente tóxico, formado na decomposição dos resíduos orgânicos do lixo) e a poluição do ar, causada pela fumaça proveniente da queima espontânea do lixo exposto.

Dentro desse quadro, a coleta seletiva de lixo aparece não como a solução final, mas como uma das possibilidades de redução do problema.

Nosso lixo é composto por diversos tipos de material, grande parte reaproveitável. A Coleta seletiva consiste na separação de tudo o que pode ser reaproveitado, enviando-se esse material para reciclagem.

Mas o que é coleta seletiva? E o que ela pode contribuir para a minimização dos resíduos?

Coleta seletiva é o termo utilizado para o recolhimento dos materiais que são passíveis de serem reciclados, previamente separados na fonte geradora. A coleta seletiva tanto pode ser realizada por uma pessoa sozinha, que esteja preocupada com o montante de lixo que estamos gerando, quanto por um grupo de pessoas (empresas, condomínios, escolas, cidades, etc.). Continue lendo »

Gostou? Compartilhe:
jun 14, 2012
Metagreen

Descarte correto de lixo eletrônico ainda é problema para o Brasil

De acordo com relatório do Pnuma, país ocupa a liderança entre as nações emergentes na geração de lixo eletrônico per capita a cada ano

AGÊNCIA BRASIL

Às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, no Rio de Janeiro, o Brasil ainda enfrenta um grave problema: o descarte irregular de lixo eletrônico.

De acordo com relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), divulgado em 2010, o país ocupa a liderança entre as nações emergentes na geração de lixo eletrônico per capita, isto é, por habitante, a cada ano. O relatório aponta que o lixo eletrônico descartado por pessoa, no Brasil, equivale a 0,5 quilo por ano. Em contrapartida, na China, que tem uma população muito maior, a taxa de lixo eletrônico por pessoa é 0,23 quilo e, na Índia, ainda mais baixa (0,1 quilo).

Os números são questionados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A gerente de Resíduos Perigosos do ministério, Zilda Veloso, considera os dados inconsistentes, porque a Organização das Nações Unidas (ONU) utilizou uma metodologia europeia baseada na comercialização. “Se a gente não tem dados do mercado de comercialização, como é que eles chegaram àqueles números? Não tem sentido”. O MMA manifestou formalmente seu posicionamento contrário ao relatório da ONU, por meio do Itamaraty, disse.

O governo brasileiro não tem números sobre aquisição de produtos eletrônicos. Zilda Veloso informou que no âmbito da Política Nacional de Resíduos Sólidos, vai ser elaborado um estudo de viabilidade técnica e econômica, que deve apresentar informações sobre a geração de resíduos desse tipo. A previsão é que o estudo seja divulgado em quatro meses. O projeto é do Grupo Técnico Temático de Eletroeletrônicos, do Comitê Orientador para Implementação de Sistemas de Logística Reversa. Continue lendo »

Gostou? Compartilhe:
mai 21, 2012
Metagreen

Saiba o que pode e o que não pode ser reciclado

Hoje em dia é comum ver pessoas e organizações realizando a coleta seletiva. Apesar de suas boas intenções, muitos materiais não recicláveis acabam indo para o lugar errado e atrapalham o trabalhado dos recicladores. Para evitar esse problema, saiba o que pode e o que não pode ser reciclado!

Papel

Servem para reciclagem:

• papéis de escrever- cadernos, papéis de escritório em geral;
• papéis de impressão – jornais, revistas;
• papéis de embalagem – papéis de embrulho em geral, papel de seda, etc.;
• cartões e cartolinas – caixas de papelão e cartolinas em geral;
• papéis especiais – papel kraft, papel heliográfico, papel filtrante, papel de desenho.

Não servem para reciclagem:

• papel vegetal;
• papel celofane,
• papéis encerados ou impregnados com substâncias impermeáveis;
• papel-carbono;
• papéis sanitários usados;
• papéis sujos, engordurados ou contaminados com alguma substância nociva à saúde;
• papéis revestidos com algum tipo de parafina ou silicone;
• fotografias; Continue lendo »

Gostou? Compartilhe:
mai 21, 2012
Metagreen

Conheça os benefícios da coleta seletiva

Papel

- A cada 28 toneladas de papel reciclado evita-se o corte de 1 hectare de floresta (1 tonelada evita o corte de 30 ou mais árvores);
- A produção de uma tonelada de papel novo consome de 50 a 60 eucaliptos, 100 mil litros de água e 5 mil KW/h de energia. Já uma tonelada de papel reciclado consome 1.200 Kg de papel velho, 2 mil litros de água e 1.000 a 2.500 KW/h de energia;
- A produção de papel reciclado dispensa processos químicos e evita a poluição ambiental: reduz em 74% os poluentes liberados no ar e em 35% os despejados na água, além de poupar árvores;
- A reciclagem de uma tonelada de jornais evita a emissão de 2,5 toneladas de dióxido de carbono na atmosfera;
- O papel jornal produzido a partir das aparas requer 25% a 60% menos energia elétrica do que a necessária para obter papel da polpa da madeira.

Metais

- A reciclagem de 1 tonelada de aço economiza 1.140 Kg de minério de ferro, 155 Kg de carvão e 18 Kg de cal;
- Na reciclagem de 1 tonelada de alumínio economiza-se 95% de energia (são 17.600 kwh para fabricar alumínio a partir de matéria-prima virgem, contra 750 kwh a partir de alumínio reciclado) e 5 toneladas de bauxita, além de evitar a poluição causada pelo processo convencional, reduzindo 85% da poluição do ar e 76% do consumo de água;
- Uma tonelada de latinhas de alumínio, quando recicladas, economiza 200 metros cúbicos de aterros sanitários; Continue lendo »

Gostou? Compartilhe:
mai 21, 2012
Metagreen

Saiba como descartar pilhas e baterias usadas

Elas contêm materiais tóxicos que poluem o meio ambiente.

Cerca de 33% das pilhas e baterias usadas no país são piratas.

Pilhas e baterias usadas precisam ser descartadas em locais especiais. Elas contêm materiais tóxicos e poluem o meio ambiente. Por isso, elas não podem ser jogadas no lixo comum. O ideal é que elas sejam descartadas em aterros sanitários especiais por causa dos metais pesados. Eles podem contaminar o solo e causar problemas de saúde. Todos os pontos de venda são obrigados, por lei, a receber de volta do consumidor as pilhas e baterias usadas.

“Os pontos que comercializam têm que dispor de caixas ou recipientes para receber a pilha do consumidor, para posterior repasse para os fabricantes e importadores”, explica André Luiz Saraiva, diretor da Associação Brasileira de Indústrias Elétricas e Eletrônicas.

O problema é que 33% das pilhas e baterias usadas no Brasil são piratas – tem mercúrio muito acima do permitido. Além disso, o fabricante ilegal não vai se responsabilizar pelas pilhas usadas. A atenção deve ser redobrada na hora da compra.

Fonte: G1

Gostou? Compartilhe:
Páginas:«12345678910»