Navegando em " lixo eletrônico"
abr 23, 2014
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COMO DESCARTAR LIXO ELETRÔNICO

Computadores, televisores de tubo, pilhas, eletrodomésticos, celulares antigos, ou qualquer outro equipamento ou acessório movido a energia elétrica ou bateria, que não é mais usado em casa ou na empresa, pode ser considerado lixo eletrônico e, portanto, precisa ser descartado da forma correta para não provocar danos ao meio ambiente e também à saúde das pessoas.

A produção de lixo eletrônico no mundo todo alcançou quase 49 milhões de toneladas, correspondendo a sete quilos por cada habitante do planeta, em 2012. E esse valor tende a piorar, pois a Universidade das Nações Unidas publicou um estudo calculando que esse número irá aumentar 33% em 2017.

Locais para descarte

Você tem lixo eletrônico e não sabe onde descartar? Para quem é residente na capital paulista, é possível procurar o Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática, o CEDIR. O local recebe o lixo apenas de pessoas físicas e é necessário ir até o Centro. Para isso, entre em contato por telefone (11) 3091-6454 ou e-mail consulta@usp.br e agende uma visita.
Empresas como Dell, HP, Positivo, Nokia e Itautec oferecem o serviço de coleta de equipamentos antigos. Esse serviço não tem custo para o consumidor e basta entrar em contato telefônico ou por e-mail para pedir a retirada. É importante ficar atento a detalhes de quantidade, por exemplo, pois algumas empresas só recolhem material de empresa exigindo uma quantidade mínima de unidades, ou então só fazem o trabalho para pessoas físicas.

Não é somente a capital paulista que conta com esse serviço. O número de centro de coleta de resíduos eletrônicos vem crescendo em todo o país e para saber se existe algum perto da sua residência, entre em contato com a prefeitura de sua cidade. As fabricantes de computadores e celulares também realizam o trabalho de coleta em todo o Brasil.

Fonte: Atitudes Sustentáveis

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nov 19, 2012
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Conheça soluções da indústria para reciclagem de lixo eletrônico

Empresas adotam a prática da chamada logística reversa. O produto volta para onde foi fabricado e é reaproveitado como matéria-prima ou na forma de componente.

André Trigueiro

Os brasileiros entraram com grande entusiasmo na era da eletrônica, mas com pouquíssima disposição de reciclar o lixo eletrônico.

Segundo Ministério do Meio Ambiente, guardamos, no Brasil, 500 milhões de aparelhos sem uso em nossas casas. É muito lixo eletrônico. Quando se pensa em mundo, então, o número é mais impressionante.

O que se produz de lixo eletrônico por ano encheria tantos vagões de trem que daria a volta no planeta. A situação se agrava na proporção em que a vida útil dos aparelhos diminui. Um computador é trocado, em média, a cada dois anos. O celular, menos que isso (22 meses); a TV dura 10 anos; um DVD, entre quatro e cinco anos.

Isso faz com que o Brasil descarte, por ano: 97 mil toneladas de computadores; 115 mil toneladas de geladeiras; 140 mil toneladas de TVs; 2,2 mil toneladas de celulares; um bilhão de pilhas.

Nós já mostramos iniciativas públicas e de Organizações Não Governamentais (ONGs) para reciclar esse material que dão muito certo, mas o que muitos não sabem é que também existe a logística reversa – traduzindo: o produto volta para onde foi fabricado. É reciclado e reaproveitado, seja na forma de componente, seja como matéria-prima.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos tornou a logística reversa uma obrigação para todas as empresas do país. Deu prazo para que funcione e as empresas estão tratando de se adequar.

Não precisa esperar muito para aparecer mais gente com aparelhos velhos numa assistência técnica. “Liguei no serviço de atendimento ao consumidor e me informaram que essa era a loja mais próxima da minha residência”, fala a aposentada Thais Amaral Melo.

“A partir da assistência técnica uma empresa especializada coleta o produto. Ela desmonta esse aparelho e destina as peças adequadamente. Nós iniciamos esse programa em março de 2010 e até hoje nos coletamos cerca de 300 toneladas de produtos entre equipamentos, pilhas e baterias e de outros”, diz o diretor de sustentabilidade da Phillips, Márcio Quintino. Continue lendo »

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jun 14, 2012
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Descarte correto de lixo eletrônico ainda é problema para o Brasil

De acordo com relatório do Pnuma, país ocupa a liderança entre as nações emergentes na geração de lixo eletrônico per capita a cada ano

AGÊNCIA BRASIL

Às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, no Rio de Janeiro, o Brasil ainda enfrenta um grave problema: o descarte irregular de lixo eletrônico.

De acordo com relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), divulgado em 2010, o país ocupa a liderança entre as nações emergentes na geração de lixo eletrônico per capita, isto é, por habitante, a cada ano. O relatório aponta que o lixo eletrônico descartado por pessoa, no Brasil, equivale a 0,5 quilo por ano. Em contrapartida, na China, que tem uma população muito maior, a taxa de lixo eletrônico por pessoa é 0,23 quilo e, na Índia, ainda mais baixa (0,1 quilo).

Os números são questionados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A gerente de Resíduos Perigosos do ministério, Zilda Veloso, considera os dados inconsistentes, porque a Organização das Nações Unidas (ONU) utilizou uma metodologia europeia baseada na comercialização. “Se a gente não tem dados do mercado de comercialização, como é que eles chegaram àqueles números? Não tem sentido”. O MMA manifestou formalmente seu posicionamento contrário ao relatório da ONU, por meio do Itamaraty, disse.

O governo brasileiro não tem números sobre aquisição de produtos eletrônicos. Zilda Veloso informou que no âmbito da Política Nacional de Resíduos Sólidos, vai ser elaborado um estudo de viabilidade técnica e econômica, que deve apresentar informações sobre a geração de resíduos desse tipo. A previsão é que o estudo seja divulgado em quatro meses. O projeto é do Grupo Técnico Temático de Eletroeletrônicos, do Comitê Orientador para Implementação de Sistemas de Logística Reversa. Continue lendo »

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