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mar 14, 2014
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MEIO AMBIENTE: TENHA ATITUDES SUSTENTÁVEIS

Sim, nós podemos mudar o mundo! Água sendo desperdiçada, inúmeras árvores sendo cortadas. Há quem espalhe lixo pelas ruas e avenidas, entupindo bueiros e causando problemas quando chove.

Ter atitude sustentável significa fazer coisas que preservem o meio ambiente, melhorando a vida das pessoas. Ter atitude sustentável significa usar com responsabilidade os recursos naturais que são esgotáveis, como, por exemplo, a água. As pessoas passam horas lavando a calçada da rua e os veículos com a mangueira; até mesmo um banho demorado ou a descarga longa no vaso sanitário influem diretamente na degradação do meio ambiente. Também se deve atentar para o uso indiscriminado da energia elétrica. Ter atitude sustentável significa reciclar seu lixo, e se você não quer reciclar, você pode participar da coleta seletiva, favorecendo os trabalhadores que vivem do lixo.

Gastar menos água, economizar e reciclar papel, economizar energia elétrica e reciclar embalagens são atitudes sustentáveis que devem ser feitas diariamente. Quando vemos o hoje, o estrago e o desperdício, temos que, obrigatoriamente, pensar no futuro. O que você está deixando para as próximas gerações? Reflita!

As escolas também devem ter atitude sustentável. Elas podem realizar atividades para que os alunos cresçam sabendo da importância e da necessidade de amar, preservar e cuidar do meio ambiente. As pessoas vivem de acordo com os valores. Se as crianças desde cedo forem influenciadas sobre a importância de ser cuidar do meio ambiente, com certeza elas serão adultos responsáveis, terão atitude sustentável e passarão o que aprendeu para as seguintes gerações.

Se o meio ambiente for conservado, todos nós teremos uma melhor qualidade de vida.

Atitude sustentável

Se você e sua família mudarem pequenas atitudes, e as terem como hábito, o mundo pode ser bem melhor.

- Economize água e energia elétrica.
- Recicle embalagens.
- Separe o lixo e o deixe na coleta seletiva.
- Plante árvores.
- Recicle o papel e o utilize como rascunho.
- Não queime o lixo.
- Quando for fazer compras, leve a sacola sustentável para o supermercado. Assim você evita de trazer inúmeras sacolas plásticas para casa.

Fonte: Atitudes Sustentáveis

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fev 25, 2014
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Uma das soluções pro lixo: Coleta Seletiva

Leila dos Anjos

O que é coleta seletiva? Essa foi a pergunta que eu fiz para algumas pessoas nesse mês, algumas pensavam que era a coleta normal de lixo em um horário específico, outras falaram que era a separação do lixo depois que ele chega no depósito, e ainda outras falaram que é a divisão do lixo em orgânico e não orgânico, mas na realidade qual é a definição de Coleta Seletiva? De acordo com estudiosos, a Coleta Seletiva é um processo de recolhimento de materiais recicláveis, os quais são separados adequadamente na fonte geradora e assim levado a fase inicial da reciclagem. Sendo que os tipos de coleta seletiva são baseados na coleta Domiciliar – a qual assemelha-se ao procedimento convencional da coleta de lixo, sendo que a única diferença é que há dias e horários específicos em que os veículos coletores passam; na coleta em Postos de Entrega Voluntária – a qual é colocado pequenos depósitos em pontos fixos, no qual os cidadãos depositam os materiais recicláveis; na coleta em Postos de troca – a qual se troca os materiais por algum bem; além dos catadores que recolhem esses materiais e vendem, para contribuir na sua fonte de renda. Assim, percebe-se que essas atitudes são responsáveis para a melhoria do meio ambiente e para a vida sustentável da sociedade.

Além disso, na entrevista ficou claro que para a implantação de um sistema de Coleta Seletiva a educação é prioridade, ou seja, o bom funcionamento da Coleta Seletiva deve ser baseado em um processo de educação ambiental, usando como sustentação a conscientização, dessa forma a sensibilização é alcançada através de uma orientação metodológica e técnica.

É importante frisar que a Coleta Seletiva pode oferecer inúmeras vantagens, entre elas a melhora da limpeza da cidade – gerando uma qualidade de vida à população, a geração de empregos para a população não qualificada e a contribuição para diminuir a poluição do solo, da água e do ar.

E para ficar mais por dentro do assunto, segue algumas dicas:

1. Sacola de palha está na moda – As sacolinhas de plástico fornecidas nos supermercados para carregar as compras demoram 450 anos para se decomporem e ocupam de 15% a 20% do volume de um lixão.

2. Garrafa e caneca a postos – Garrafas de material durável devem ser difundido, para diminuir a produção de copos descartáveis. A dica vale para o ambiente de trabalho também: deixe no escritório uma caneca.

3. Menos papel, mais árvores em pé – Prefira ler textos no computador a imprimi-los. Use o verso de folhas de papel e reutilize envelopes, colocando etiquetas adesivas nos endereços. Relembre os tempos da vovó: adote um coador de pano para preparar o café. Cerca de 20 árvores deixarão de ser cortadas para cada tonelada de papel reutilizado.

4. A era do a granel – Em vez de comprar dois pacotes de 300g de queijo, enfrente a fila e peça 600g a granel. Será uma embalagem plástica a menos. Essa tática pode ser aplicada a frios, salsichas, geléias e muitos outros alimentos.

5. Palmas para o refil – Prefira comprar produtos com refil, que utiliza menos matéria-prima. Assim, você colocará menos quantidade de plástico fora após a segunda compra.

6. O bebê quer pano – Fraldas descartáveis podem ser práticas, mas as de pano são mais amigas do ambiente – Até os dois anos, um bebê utiliza cerca de 8 fraldas por dia. No total, cada criança usa, em média, 5.840 fraldas.

7. Adeus à marmita de alumínio – Quem busca almoço ou janta em restaurante e leva para casa nas famosas marmitas de alumínio, deve comprar os modelos antigos, feitos de plástico durável.

8. Recarregando as energias – Pilhas e baterias recarregáveis têm vida útil muito maior do que as pilhas comuns ou alcalinas.

9. Vidro sim, plástico não – Entre uma embalagem de vidro e outra de plástico, opte pela primeira. Potes de requeijão podem virar copos, e potes de pepino em conserva, embalagens para doces.

10. Nada de papel de propagandas – Evite pegar os papéis distribuídos junto aos semáforos. Um dia, quando ninguém mais pegar, essas propagandas deixarão de ser feitas, e menos lixo deixará de ser produzido.

Cada brasileiro joga fora, em média, por ano: 90 latas de bebida; 107 frascos de vidro; 70 latas de alimento; 45 quilos de plástico, volume de papel equivalente a duas árvores e 10 vezes seu peso em materiais orgânicos.

Colete, recicle, invente, faça sempre algo diferente, para que o lixo diminua do nosso meio ambiente.

Fonte: Gosto de ler

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jan 22, 2013
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Rio de Janeiro publica lei que obriga grandes geradores a reciclarem resíduos sólidos

Aprovada na Câmara em outubro de 2012, a lei prevê multa de R$ 2.500 aos estabelecimentos que descumprirem suas obrigações.

Quem produz mais do que 60 quilos ou 120 litros de resíduos sólidos diariamente, na cidade do Rio de Janeiro, está obrigado a separar o material reciclável e encaminhá-lo à reciclagem, de acordo com a lei 5.538, publicada no Diário Oficial de quarta-feira, 16 de janeiro, pelo prefeito Eduardo Paes.

Aprovada na Câmara em outubro de 2012, a lei prevê multa de R$ 2.500 aos estabelecimentos que descumprirem suas obrigações.
A separação do lixo reciclável deve acompanhar o que estabelece a resolução 275 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama): lixeiras azuis para papel/papelão; vermelha para plásticos; verde para vidros; amarela para metais e laranja para resíduos perigosos.

Fonte: Eco Viagem

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dez 7, 2012
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Brasileiros estão dispostos a separar o lixo em casa, mostra pesquisa Ibope

Pesquisa aponta ainda que 36% não concordam com a existência de uma taxa do lixo

Por Agência Brasil

SÃO PAULO – A maioria (85%) dos brasileiros que ainda não conta com coleta seletiva estaria disposta a separar o lixo em suas casas, caso o serviço fosse oferecido nos municípios, aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 28, pelo Programa Água Brasil. Apenas 13% dos entrevistados declararam que não fariam a separação dos resíduos e 2% não sabem ou não responderam. O estudo, encomendado ao Ibope, entrevistou 2.002 pessoas em todas capitais e mais 73 municípios, em novembro do ano passado.
Apesar da disposição em contribuir para a destinação adequada dos resíduos sólidos, o porcentual dos que não têm meios para o descarte sustentável chega a 64% dos entrevistados. A quantidade de pessoas que contam com coleta seletiva ou que têm algum local para deixar o material separado representa 35% da amostra.

Em relação aos produtos que costumam ser separados nessas casas, as latas de alumínio ficam em primeiro lugar, com 75%, seguidas pelos plásticos (68%), papéis e papelões (62%) e vidros (55%). Os eletrônicos, por outro lado, são separados por apenas 10% dos entrevistados. Cerca de 9% dos entrevistados não separam nenhum material mesmo que o serviço de coleta seletiva esteja implantado na sua região.

Dos que contam com o serviço de coleta seletiva, metade (50%) dos casos tem a prefeitura como responsável pelo trabalho. Catadores de rua (26%), cooperativas (12%) e local de entrega (9%) aparecem em seguida dentre os meios de coleta disponíveis.

O estudo aponta também que a proposta de uma tarifa relacionada ao lixo divide opiniões. A ideia de que quem produz mais resíduos deve pagar uma quantia maior é aprovada completamente por 13% dos entrevistados, 23% concordam parcialmente. Os que discordam completamente a respeito do pagamento da taxa somam 36%. Há ainda os que não concordam, nem discordam (16%) e os que discordam em parte, com 10%.

Na hora de consumir, práticas sustentáveis ainda são deixadas de lado. Preço, condições de pagamento, durabilidade do produto e marca lideram as preocupações do consumidor brasileiro. O valor do produto, por exemplo, é considerado um aspecto fundamental por 70% dos entrevistados. Características do produto ligadas à sustentabilidade, no entanto, como os meios utilizados na produção, o tempo que o produto leva para desaparecer na natureza e o fato de a embalagem ser reciclável, ficam em segundo plano.

Os entrevistados responderam ainda quais produtos devem ser menos usados em suas casas nos próximos três anos. O campeão foi a sacola plástica. O produto é comprado com frequência em 80% das residências, mas 34% dos entrevistados esperam reduzir o consumo. Em seguida aparecem os copos descartáveis (31%), bandejas de isopor (22%) e garrafas PET (21%). No fim da lista, entre os que devem permanecer com alto porcentual de consumo, estão os produtos de limpeza perfumados. Apenas 9% estimam que irão reduzir o uso desses materiais.

O Programa Água Brasil é uma iniciativa do Banco do Brasil, da Fundação Banco do Brasil, da Agência Nacional de Águas (ANA) e da organização não governamental WWF-Brasil, com intuito de fomentar práticas sustentáveis no campo e na cidade.

Fonte: Estadão

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nov 28, 2012
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Níveis de gases do efeito estufa atingem novo recorde em 2011, indica estudo

GENEBRA – Os volumes de gases do efeito estufa, apontados como responsáveis pelas mudanças climáticas no planeta, alcançaram um novo recorde em 2011, informou a Organização Meteorológica Mundial em seu boletim anual sobre o efeito estufa, divulgado nesta terça-feira.
A quantidade de dióxido de carbono, o principal gás do efeito estufa emitido pelas atividades humanas, se expandiu num ritmo semelhante ao da década anterior e chegou a 390,9 partes por milhão (ppm), 40 por cento acima do nível pré-industrial, de acordo com o levantamento.

O volume cresceu a uma média de 2 ppm nos últimos dez anos.

Os combustíveis fósseis são a fonte principal de cerca de 375 bilhões de toneladas de carbono liberados na atmosfera desde o início da era industrial, em 1750, afirmou a organização.

O secretário-geral da entidade, Michel Jarraud, disse que bilhões de toneladas de dióxido de carbono extra iriam permanecer por séculos na atmosfera, provocando mais aquecimento no planeta.

“Já temos visto que os oceanos estão ficando mais ácidos, com repercussões potenciais para a cadeia alimentar subaquática e os recifes de coral”, disse ele em um comunicado.

Níveis de metano, outro gás do efeito estufa que permanece por muito tempo na atmosfera, aumentaram com consistência nos últimos três anos depois de terem ficado estabilizados por cerca de sete anos. Os motivos para essa estabilização ainda não estão claros.

Fonte: Estadão

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jul 25, 2012
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Faça sua parte pelo meio ambiente: recicle

Reciclar o lixo é uma ação que depende de todos e em tempos em que os recursos naturais e a quantidade de resíduos não andam na mesma velocidade, a conscientização precisa crescer o mais breve possível

Reciclar o lixo é uma ação que depende de todos para diminuir o risco para nossa saúde e nosso planeta. Em tempos em que os recursos naturais e a quantidade de resíduos não andam na mesma velocidade, a conscientização em torno da reciclagem precisa crescer o mais rápido possível.

Segundo dados divulgados pelo Ibope, em 31 de maio de 2012, 86% da população brasileira concorda que a reciclagem do lixo é um dever de todos, porém, apenas 26% declarou que recicla sempre ou frequentemente. A pesquisa ainda mostra que as pessoas com idade entre 35 e 75 anos reciclam mais.

Em nossas próprias casas e locais de trabalho é possível separar o lixo reciclável e encaminhar para os locais adequados de destinação (coleta seletiva, cooperativas, pontos de recepção, etc). A Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo preparou um material especial e bem completo sobre reciclagem, com informações sobre coleta seletiva, destinação de lixo eletrônico e dicas de lugares para levar seu lixo reciclável.

Fonte: Governo de São Paulo

Fonte: Ecoviagem

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