jan 28, 2014
Metagreen

Artista usa esculturas para mostrar a importância da sustentabilidade

Utilizando simbolismos, sombras e reflexos, designer inglês Martin Hill diz que o homem precisa entender o ciclo dos recursos naturais para preservá-los no planeta Terra.

Em 1992, o designer inglês Martin Hill, começou a se preocupar com o crescimento do consumo de produtos que acarretam danos ao meio ambiente, devido aos seus componentes insustentáveis. Notando que, em muitas vezes, os itens prejudicam a natureza por causa dos processos de criação, formulação e montagem, Martin decidiu alertar ao mundo sobre a importância do investimento em materiais de baixo impacto ambiental de uma forma peculiar, isto é, utilizando esculturas.

Basicamente, as obras têm formato de semicírculo ou círculo e interagem com luzes, sombras e superfícies aquáticas, a fim de aproveitar o efeito de espelho. “Minhas esculturas são uma resposta à natureza, é a partir dela que as peças são feitas e para onde retornam”, explica Martin. Sendo assim, o designer “brinca” com os reflexos para mostrar que a natureza é composta de processos cíclicos, assim como, da mesma forma, podem ser as atividades humanas.

“A forma das esculturas expressa metaforicamente a nossa preocupação com a interligação de todos os sistemas vivos”, conta o artista. Inspirado pelo natural “ciclo da vida”, Martin considera essencial que a humanidade se aplique no “redesign” de comportamentos, produtos e práticas, apoiando a ecologia industrial e a sustentabilidade, num processo cíclico no qual os recursos são usados e reutilizados.

Grande incentivador da criação de novos itens que possibilitem a redução dos danos ao meio ambiente, Martin pede que fontes de energia limpa sejam desenvolvidas e disponibilizadas à população, e que os índices de substâncias químicas nos produtos diminuam cada vez mais.

Martin Hill também atua como fotógrafo e divulga as imagens de suas obras em revistas e galerias de arte de diversas partes do mundo desde 1995. Além disso, o britânico aponta que, para minimizar os problemas ambientais, as necessidades e produções do homem devem estar sempre em sintonia com a natureza, o que ocorre em suas esculturas.

Fonte: Pensamento Verde

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jan 23, 2014
Metagreen

Metagreen: Empresa recicla mais de 30 toneladas de tubos de creme dental por ano e produz coletores e lixeiras muito resistentes

Mais de 30 toneladas de tubos de creme dental, que levariam quase 500 anos para se decompor, dão lugar a coletores de reciclagem resistentes a chuva e sol.

Por Karen Pegorari Silveira

Tubos de creme dental, que na maioria das vezes são descartados pela população, é a matéria-prima dos principais produtos fabricados por uma empresa de Santa Bárbara d’Oeste, no interior paulista.

Tubos de pasta de dente reciclados são utilizados como matéria-prima de diversos produtos

A Metagreen fabrica lixeiras, caixas para armazenamento de lâmpadas fluorescentes queimadas, coletores de pilhas e baterias, coletores para lixo eletrônico de médio porte e coletores de óleo vegetal usado; tudo produzido a partir de tubos de creme dental.

“Já utilizamos e tiramos dos lixões quase 30 toneladas de tubos por ano que, se descartados de forma incorreta, levariam de 100 a 500 anos para se decompor na natureza”, conta Sidnei Alves de Almeida, idealizador e diretor da empesa.

Almeida viu nesse resíduo uma oportunidade de negócio quando graduou-se na incubadora de empresas, um projeto da FIESP e SEBRAE. “Graças a composição de 75% plástico e 25% alumínio, pudemos produzir coletores resistentes ao sol e a chuva, já que essas substâncias são impermeáveis e não propagam chamas”, explica Sidnei.

Na visão da empresa, a sustentabilidade é um caminho sem volta e toda a sociedade, as empresas e o governo terão um grande desafio pela frente para desenvolver um mundo melhor e deixar um legado para as futuras gerações.

Para 2014, a Metagreen pretende dobrar para 60 toneladas de tubos reciclados e continuar contribuindo mais e mais com a reciclagem desses materiais.

Você também pode colaborar com esse trabalho e enviar seus tubos de creme dental para a Metagreen ou a postos de coleta; vale lembrar que quanto mais limpo ele estiver, menos substâncias químicas nocivas ele enviará à natureza.

Para saber como e onde descartar, clique aqui.

Fonte: FIESP

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jan 20, 2014
Metagreen

Lixo reciclável gera desconto na conta de luz dos brasileiros

A medida adotada por 8 estados do País promove o descarte correto de resíduos sólidos e economia doméstica. Cerca de 2 mil toneladas de lixo já foram recicladas.

Saber a diferença entre plásticos, papéis, metais e lixo inorgânico, e em qual lixeira é correto depositá-los já faz parte dos hábitos de muitos brasileiros. Porém, a troca de lixo reciclável por redução de tributos fiscais tem sido a aposta de diversas empresas privadas para promover consciência ecológica, propagando os conceitos de economia e sustentabilidade por oito estados das regiões Nordeste, Sul e Sudeste do País.

No Rio de Janeiro, concessionária de energia Light desenvolve um projeto considerado exemplo desse tipo de iniciativa. Arrecadando materiais reciclados dos moradores, a companhia concede descontos na tarifa de energia elétrica. Só em 2013, a empresa recolheu 2 mil toneladas de resíduos sólidos e mais de 6 mil litros de óleo vegetal.

Já a Companhia Energética do Ceará (Coelce) conduz ação chamada de “Ecoelce”, que consiste na coleta de resíduos sólidos e disponibilização descontos na conta de eletricidade. Segundo a empresa, até meados do ano de 2013, forma concedidos R$ 749 mil em créditos aos moradores, referentes as 6 mil toneladas arrecadadas de papel, alumínio, vidros e outros materiais reciclados.

No Maranhão, os resultados de planejamento de gestão resíduos são semelhantes. Batizada como EcoCemar, proposta da iniciativa criada companhia energética estadual, coletou mais de 3 mil toneladas de lixo reutilizável, o que fez com que 14.733 clientes fossem contemplados com abatimentos nas taxas de luz.

Pelos estados da Bahia e Rio Grande do Norte, as empresas distribuidoras de eletricidade facilitaram a coleta para os moradores. As concessionárias dispuseram caminhões que passavam pelas ruas, arrecadando o lixo e, ali mesmo, realizavam pesagem, cadastro, e agendavam a redução do valor das contas.

Na região Sul e Sudeste, os estados são atendidos pelo programa Recicle Mais Pague Menos, gerido pela AES Eletropaulo, o qual pretende coletar em São Paulo aproximadamente 3.105 toneladas de materiais recicláveis em 2014 e contribuir com o orçamento de 90 mil famílias de baixa renda.

Fonte: Pensamento Verde

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jan 15, 2014
Metagreen

Monges na Tailândia constroem templo com 1,5 milhões de garrafas recicladas

Seguidores da religião budista que apostam no benefício da construção sustentável construíram mosteiro com milhares de garrafas de vidro usadas.

Se você ainda não sabe o que fazer com as garrafas de vidro que consumiu, pode se basear na ideia desses tailandeses e realizar projetos sustentáveis. Durante 30 anos, monges arrecadaram cerca de 1,5 milhões desse material reciclado e os usaram para levantar um templo budista em Sisaket, província situada a 400 Km de Bangkok, capital da Tailândia.

O Wat Pa Maha Chedi Kaew, conhecido como “O Templo das Milhões de Garrafas”, começou a ser construído em 1984, ano em que os monges, com o auxílio das autoridades locais, coletaram o material reciclável. Com essas garrafas, os budistas conseguiram projetar um complexo de 20 edifícios com banheiros, espaços para meditação e descanso, salas de oração e crematório.

Além dos vasilhames, a estrutura do templo possui bases de concreto, principal elemento para dar sustentação. Os detalhes do prédio ficam por conta das tampinhas das garrafas, que são usadas para decorar as paredes e produzir os mosaicos com a imagem do Buda. A construção sustentável também recebeu destaque e foi inserida na lista de passeios ecológicos da região sudeste da Ásia.

Fonte: Pensamento Verde

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jan 14, 2014
Metagreen

São Paulo ganha parque com usina de energia solar

Complexo inaugurado na zona oeste da capital conta com 120 mil m² de área verde e ainda possui estrutura fotovoltaica para produzir 1.000 quilowatts de energia elétrica.

Desde o final de 2013, moradores da cidade de São Paulo podem desfrutar de um espaço construído nos moldes de uma cidade sustentável, com lazer, polos de produção de energia limpa, ciclovias e reaproveitamento de recursos hídricos num só lugar.

O Parque Candido Portinari conta com 120 mil m² de áreas verdes e fica ao lado do Villa Lobos, na zona oeste da capital. Além do amplo espaço repleto de árvores, o parque possui estrutura com painéis fotovoltaicos capazes de captar a luz solar e gerar até mil quilowatts de eletricidade.

Constituído num terreno que, anteriormente, era usado como canteiro de obras do Metrô, o local possui cerca de 20 mil árvores e uma estação geradora de energia elétrica de 10 mil m², que funciona sobre o estacionamento do parque. Administrado pela Secretaria de Energia (SE), Secretaria do Meio Ambiente (SMA) e pela Companhia Energética de São Paulo (CESP), as instalações solares custaram aproximadamente 13,3 milhões e pretendem testar o potencial fotovoltaico da capital paulista.

A usina solar é formada por cerca de 2.500 painéis solares, os quais conseguem gerar, segundo o governador do Estado, Geraldo Alckmin, energia suficiente para iluminar o parque e algo em torno de 350 casas. Outro ponto importante do projeto do parque sustentável é o sistema de captação da demanda pluvial (água das chuvas), o qual destinará recursos hídricos para a irrigação das árvores e plantas do complexo.

Além disso, uma alternativa de mobilidade para os usuários do parque é a ciclovia de 1.300 metros, que se conecta com a via exclusiva para bikes do Parque Villa Lobos. Pistas de skate com 1.600 metros quadrados, área para caminhada, playground e quadras poliesportivas também estão nos atrativos do novo ambiente.

O Parque Estadual Candido Portinari fica aberto de segunda a domingo, das 5h30 às 20 horas e fica próximo à estação de trem Villa Lobos – Jaguaré, da Linha 9 – Esmeralda da CPTM, com estacionamento para até 640 vagas.

Fonte: Pensamento Verde

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jan 8, 2014
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Lei que proíbe testes em animais aguarda sanção de AlckminEm São Paulo, lei que proíbe testes em animais aguarda sanção de Alckmin

Apresentado pelo deputado Feliciano Filho, o projeto já foi aprovado pela Assembleia Legislativa de SP; as multas para quem realizar testes em animais poderão chegar a R$ 100 mil

“Ainda há muito para fazer, mas percebo que o mundo caminha para a busca de outras formas de se realizar pesquisa sem a necessidade de usar animais”, diz Pedro Bigardi, prefeito de Jundiaí/SP, que sancionou uma lei proibindo o uso de animais em laboratórios. Porém, a ação garantiu a saúde dos bichos de apenas um município. No entanto, visando assegurar a integridade dos elementos da fauna de todo o território paulista, em dezembro de 2013, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) aprovou um projeto para coibir a prática de testes em animais.

O desenvolvimento foi apresentado pelo deputado estadual Feliciano Filho e irá impedir a utilização de animais para experimentos com produtos cosméticos, de higiene pessoal e perfumes, abrangendo exposições a substâncias naturais ou artificiais. Às instituições que forem flagradas usando bichos como cobaias, o Projeto de Lei 777/2013 estipula multas de aproximadamente 100 mil reais por espécime, podendo dobrar o valor em caso de reincidência e suspensão do alvará de funcionamento. Quanto ao profissional que for pego executando testes em animais, a punição prevista é de R$ 4 mil.

No texto contendo a íntegra da lei são indicadas outras possibilidades para que a segurança dos produtos seja comprovada, como modelos computacionais e testes em células humanas. Tal garantia é exigida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), porém, não requer qualquer tipo de teste em animais.

Além disso, a credibilidade dos experimentos em animais é colocada em dúvida, como no trecho: “É de conhecimento geral que os animais em laboratório podem responder de forma muito diferente dos humanos quando expostos aos mesmos produtos químicos. Isto significa que os resultados de testes em animais podem ser irrelevantes para os humanos porque eles superestimam ou subestimam o perigo real para as pessoas, e que a segurança do consumidor não pode ser garantida”.

O Projeto de Lei 777/2013 foi recebido pelo governador de São Paulo no último dia 3 de janeiro e aguarda a sanção de Geraldo Alckmin. Com o objetivo de “valorizar a saúde humana e animal de forma ética” através de métodos alternativos comprovadamente eficazes, a iniciativa promete acabar com o período de sofrimento dos cachorros e outros animais que passam por testes em laboratórios.

Fonte: Pensamento Verde

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dez 27, 2013
Metagreen

Lavanderia ecológica: um exemplo de sustentabilidade

A preocupação com o meio ambiente e com as gerações futuras vem atingindo diversos setores e áreas diferentes

Com as mudanças mundiais, que afetam a economia, sociedade e o meio ambiente, as empresas foram obrigadas a se adaptar. Nessa corrida por negócios sustentáveis surgiu, então, mais um segmento: a lavanderia ecológica.

O modelo “verde” visa reduzir os impactos gerados pelas ações do negócio, sobretudo no que diz respeito à água. Nesse sentido, algumas lavanderias já adotam medidas para economizar o recurso natural e, também, para diminuir o consumo de energia elétrica, sacolas, embalagens plásticas e produtos de higiene.

Ao adotar os três “R” (reduzir, reutilizar e reciclar) da sustentabilidade, além da consciência ambiental, há também vantagens econômicas e de mercado para o negócio. O uso racional dos insumos leva a corte de gastos, colocando a empresa na frente dos concorrentes devido ao preço menor e melhor.

Algumas lavanderias conhecidas como ecológicas utilizam exaustores eólicos, que usam a força dos ventos para secar as roupas, e triciclos para realizar entrega – consomem menos de um terço do combustível de um carro.

Os exemplos de sustentabilidade nas lavanderias, no entanto, não param por aí. As sacolas plásticas comuns deram espaço às retornáveis, feitas de garrafas PET, os plásticos foram substituídos pelo oxibiodegradável e os sabões e detergentes foram substituídos por produtos biodegradáveis. Já os cabides se tornaram cabides ecológicos e são confeccionados com papelão certificado. Até a logomarca pode ser impressa em gráficas que possuem certificação de Manejo Florestal Consciente.

Para acompanhar essa corrida verde e as mudanças do mundo, a Associação Nacional das Empresas de Lavanderia (Anel) lançou, em 2012, o Selo de Qualidade e Sustentabilidade para o setor. A certificação é adaptada às necessidades do mercado e avalia questões de qualidade, meio ambiente, saúde e segurança.

Lavanderias no mundo

Fora do contexto brasileiro, uma lavanderia nos Estados Unidos se autodenomina orgânica. Isso porque, a empresa usa o dióxido de carbono para lavar roupas, em um sistema que deixa as peças limpas e sem cheiro, e ainda ajuda o meio ambiente. Toda a sujeira das roupas é retida em um filtro, e tratada antes de ser descartada.

O gás encontrado nas garrafas de água ou refrigerante lava as roupas em uma máquina e o processo, que dura apenas 30 minutos, parece ser simples. O equipamento é alimentado com um cilindro de dióxido de carbono; quando o gás é submetido à alta pressão, torna-se líquido, penetra no tecido e realiza a limpeza por completo. A pressão interna diminui, o CO2 volta ao estado gasoso e seca a roupa.

A ideia foi de David Kistner, que ficou preocupado quando soube que os produtos utilizados eram considerados tóxicos. Com a mulher grávida na época, o empresário decidiu mudar o sistema para que a família não fosse exposta a riscos.

Junto com o sócio, ele investiu US$ 150 mil na máquina de lavar a gás, de fabricação americana. A inovação e a preocupação com a saúde e o meio ambiente garantiram que o serviço nunca faltasse na lavanderia de Kistner.

Fonte: Pensamento Verde

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dez 20, 2013
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A importância de projetos de horta escolar dentro da educação ambiental

O contato com a natureza faz com que as crianças vejam as consequências das ações humanas no ambiente e aprendam a ter uma postura ecologicamente correta

O maior desafio dos educadores no século XXI é se adequar a maneira como as crianças e adolescentes pensam para que o conteúdo seja absorvido de maneira satisfatória. Uma boa estratégia é trazer a prática para a aula. Deste modo, a teoria passada em sala ganha exemplos reais e deixa de ser abstrata.

A educação ambiental é um dos tópicos mais importantes a serem absorvidos pelas crianças, explorar sua relação com a natureza e os impactos que suas ações podem causar no sentido ecológico. É aí que os projetos de horta escolar se inserem, eles aproximam os estudantes da realidade, fazendo com que as crianças criem hábitos sustentáveis e ecologicamente corretos.

A horta serve objeto de estudo interdisciplinar. Os estudantes discutem temas como alimentação, nutrição e ecologia que aliados ao trato com a terra e plantas, geram situações de aprendizagem reais e diversificadas. Assim, os educadores devem dar o máximo de responsabilidades às crianças, inserindo-os nas discussões sobre o rumo do projeto e cuidados com as plantas.

Entre os benefícios alcançados com o projeto horta escolar, se destacam a produção e consumo de alimentos naturais pelos alunos, atividades ligadas à culinária na escola, troca de conhecimentos, inserção de assuntos como a economia doméstica, a influência nas escolhas alimentares das crianças, além de apresentar na prática as consequências que ações do homem têm em relação ao meio ambiente.

As hortas também podem inserir a comunidade, trazendo para o projeto os pais e familiares dos alunos. As crianças servem de multiplicadores, porque levam o que aprendem na escola para casa e, deste modo, a influência da horta não se restringe à escola.

O resultado do projeto horta na escola são alunos mais conscientes que levam para a vida ensinamentos ecológicos, amplificando a necessidade de uma mudança de postura que é preciso implantar na sociedade com relação à natureza.

Fonte: Pensamento Verde

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dez 12, 2013
Metagreen

Os benefícios da caminhada para o homem e a natureza

Além de manter corpo e mente saudáveis, quem caminha ajuda a diminuir o uso de combustíveis, a emissão de gases e a utilização de energia. Confira outros benefícios

Caminhada

Foto: ufjf

Caminhar é um exercício fácil, sem custos e muito benéfico à saúde de quem a pratica. Mas você já se perguntou quais os benefícios da caminhada para a natureza?

Praticar o exercício em espaços abertos, arborizados e tranquilos é muito mais agradável, por isso, quem caminha defende a criação de mais ambientes que permitam contato com a natureza na prática de exercícios. Esta atitude é de extrema importância para a manutenção dos espaços verdes nas grandes cidades.

Outro ponto é que ao escolher caminhar percursos pequenos, ao invés de usar o carro ou a moto, deixa-se de emitir gás carbônico, contribuindo para a qualidade do ar. Com isso, fontes não renováveis de energia são poupadas, como o petróleo, que produz os combustíveis. Por outro lado, uma caminhada de apenas 10 minutos por dia é suficiente para melhorar o sistema respiratório, cardiovascular e fortalecer a musculatura.

Caminhar também ajuda a manter a cidade mais limpa. Quanto menos carros houver nas ruas, menor será a necessidade de espaço para locomoção destes veículos, ou seja, menos viadutos, estradas e pontes serão construídos, reduzindo a quantidade de energia utilizada pela indústria e os resíduos sólidos gerados pelas obras viárias. Além disso, haverá menos poluição visual e mais espaços abertos nas cidades.

Quem escolhe a caminhada ao ar livre, em detrimento de outras atividades praticadas em locais fechados, é menos estressado, pois admirar as paisagens naturais contribui para acalmar o cérebro.

Ao preferir o ar livre, menos energia elétrica precisa ser utilizada para mover equipamentos e iluminar ambientes, o que é uma vantagem quando pensamos em sustentabilidade.

Caminhada

Foto: esmtg

Para quem pratica caminhada, os benefícios vão desde a diminuição do estresse até o combate à osteoporose, passando pela redução da fadiga, melhora do humor e aumento da autoestima.

O melhor de tudo isso é que caminhar não tem custo e qualquer pessoa pode praticar este exercício. Mas lembre-se: antes de começar a realizar qualquer tipo de exercício é preciso realizar uma avalição médica para identificar as necessidades e os limites do seu corpo.

 

Fonte: Pensamento Verde

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dez 4, 2013
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O tecido de fibra de bambu é realmente sustentável?

O tecido de fibra de bambu não se difere dos tecidos feitos com fibras de viscose, que acaba sendo prejudicial ao meio ambiente

Muitas empresas acabam vendendo o conceito de sustentabilidade através da utilização de tecidos feitos de fibra de bambu.

A realidade é que, apesar do bambu ser uma planta com inúmeras vantagens se comparadas às árvores normalmente utilizadas em processos industriais, o popularmente chamado tecido de fibra de bambu tecnicamente não existe.

Trata-se de uma fibra de viscose, feita através de um processo bem semelhante ao utilizado na fabricação de outros tecidos. Ou seja, um processo tóxico e muito prejudicial à natureza.

O bambu é um vegetal abundante e seu crescimento é rápido. Além disso, não é necessário o replantio após o corte, já que a planta volta a crescer naturalmente.

Para a fabricação de tecidos, fibras vegetais são utilizadas. Todas as plantas possuem fibras, porém de diferentes tamanhos e espessuras. As fibras naturais do bambu são muito curtas, de 2 a 6 mm de comprimento, e não podem ser usadas para produzir tecido que necessita de, no mínimo, 30 mm.

Através de processo químico é possível transformar as fibras de bambu em um fio sintético conhecido como fibra de viscose. Essa fibra pode ser feita através de qualquer fibra que tenha celulose e seus fios têm as mesmas características físicas e químicas, independente da planta original. Ou seja, um fio de viscose de eucalipto é exatamente igual a um de viscose de bambu.

Na fabricação de viscose é utilizado o dissulfeto de carbono (CS2), um produto altamente nocivo ao meio ambiente. Além disso, algumas das anunciadas propriedades, como proteção contra Ultra Violeta (UV) e propriedade antibacteriana também são incorretas.

No Brasil não há esse tipo de produção que é muito comum na China.

Fonte: Pensamento Verde

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